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Governo realiza reunião sobre o Planejamento Geral das Ações e Serviços de Saúde

quarta-feira, 8 de julho de 2015 - 18:31 - Fotos: 

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizou, na manhã desta quarta-feira (8), no auditório do Centro Formador de Recursos Humanos da Paraíba (Cefor- RH), uma reunião para apresentar e começar a trabalhar o Planejamento Geral das Ações e Serviços de Saúde (PGASS) no estado. A Paraíba é o primeiro estado no país a iniciar essa transição, e está inserida num projeto piloto do Ministério da Saúde (MS) junto a outros três estados.

O evento, realizado em parceria com o Ministério da Saúde, teve como público alvo gestores da SES, das 16 Regiões de Saúde e Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba (Cosems-PB).

Durante toda a manhã foi apresentado o programa, e debatida sua organização e importância para a Paraíba. De acordo com a gerente de Planejamento da SES, Edna Guedes da Costa, a mudança de sistema será muito positiva para o estado “Até o momento a gente tinha a Programação Pactuada Integrada (PPI), na qual são definidas e quantificadas as ações de saúde para população residente em cada território. Agora com a PGASS, serão trabalhadas as necessidades de saúde de cada região. A PGASS vai fazer um diagnóstico da região, ver quais as potencialidades que aquela região tem de ser referência para ela mesma ou pra outra, além de trabalhar as fragilidades ou os vazios assistenciais das regiões”, explicou.

Edna lembrou ainda que serão realizados cursos de qualificação para os gestores que trabalham com apoio institucional. “Esses apoiadores fazem um trabalho junto às regiões de saúde, e esse trabalho da PGASS tem como perspectiva justamente trabalhar as Redes de Atenção à Saúde, que já é uma prioridade do Governo do Estado, dentro das Regiões de Saúde, fazendo uma reorganização desses serviços, em relação aos recursos e referências”, disse.

A gerente de Planejamento da SES ressaltou a importância de trabalhar com a PGASS. “A Paraíba tem uma responsabilidade nessa organização. A gente já vem realizando esse trabalho por meio das Redes de Atenção à Saúde, e agora estamos saindo da PPI, que já está desatualizada, ou seja, não está dando resposta aos usuários. Então, trazendo esse novo pensar, essa nova maneira, que é o PGASS, fazemos com que nossos serviços de saúde se potencializem, e que as gestões municipais e estadual tomem conhecimento das necessidades de atenção de cada Região de Saúde, o que será revertido em benefícios para a população em geral”, concluiu Edna Guedes.