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Governo qualifica empreendedores que ocuparão o Centro Público da Economia Solidária

terça-feira, 17 de outubro de 2017 - 11:23 - Fotos:  Secom-PB

O Governo do Estado, através Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Economia Solidária, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH), realiza nos próximos dias 18 e 19, a oficina de qualificação que reunirá representantes dos 50 empreendimentos selecionados no processo realizado pelo Governo do Estado, através da SEDH, que teve como objetivo a seleção de empreendimentos, sendo 25 da agricultura familiar e beneficiamento de alimentos, e outros 25 do artesanato. A abertura acontecerá às 9 horas, no Centro Público da Economia Solidária, localizado na Rua Gama e Melo, no Varadouro.

Segundo a secretária Executiva de Segurança Alimentar e Economia Solidária do Estado, Ana Paula Almeida, “o objetivo da oficina é reunir os empreendedores que ocuparão os espaços de comercialização, para discutir atribuições, responsabilidades, estratégias de funcionamento e de gestão do Centro Público. Nos dois dias, serão aprofundados métodos de cogestão para os espaços com o auxílio de técnicos que prestam assessoramento no Centro Público da Economia Solidária, e que durante os próximos três anos serão responsáveis pela formação, qualificação e assessoria técnica visando o fortalecimento das redes da Economia Solidária”, afirmou.

Dia Mundial da Alimentação

Durante o evento a ser realizado no Centro Público, e como forma de celebrar o Dia Mundial de Alimentação, transcorrido no último dia 16 de outubro, haverá degustação de produtos cultivados pelos produtores da Agricultura Familiar.

A data foi estabelecida pela Fundação da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), e o Dia Mundial de Alimentação tem como tema este ano: “Mudar o futuro da migração: investir em segurança alimentar e no desenvolvimento rural”. A data é celebrada em mais de 150 países para chamar a atenção sobre questões relativas à nutrição e à alimentação.

Dados mostram que um grande número de migrantes deixa a zona rural, onde mais de 75% dos pobres e pessoas com insegurança alimentar dependem da agricultura e subsistência baseada em recursos naturais.