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13 de junho de 2016

Governo promove qualificação sobre Ficha de Notificação de Violência para profissionais de saúde



O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), realiza na manhã desta terça-feira (14) o evento Qualificação Profissional – Ficha de Notificação de Violência Interpessoal/Autoprovocada. O evento é voltado para profissionais da Vigilância Epidemiológica que trabalham com a Ficha de Notificação de Violência em 70 municípios paraibanos (que não participaram da qualificação em 2015) e 17 hospitais estaduais que compreendem a I e II Macrorregiões de Saúde. A qualificação será realizada das 8h às 12h30, no auditório do Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest-PB), em João Pessoa.

“Serão qualificados um profissional por município e um por hospital. Foram convidados, também, profissionais representantes dos Centros de Referência Especializados em Assistência Social (Creas) e os Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Conselhos Tutelares e da Secretaria de Educação do Estado, que, segundo o Ministério da Saúde, poderão também realizar as referidas notificações, conforme pactuação local”, disse a chefe do Núcleo de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da SES, Gerlane Carvalho.

Gerlane explicou, ainda, que na Ficha de Notificação de Violência foram acrescentados seis novos campos desde 2015:  inclusão do nome da unidade notificadora; inclusão do nome social; orientação sexual (onde será informado se a vítima é heterossexual, homossexual ou bissexual); identidade de gênero (onde se informa se a vítima é travesti, mulher transexual ou homem transexual); idade estimada do provável autor da agressão; motivação da violência (se a agressão foi por homofobia/lesbofobia/transfobia, racismo, situação de rua, deficiência, entre outros).

“O preenchimento da Ficha de Notificação de Violências é obrigatório pelos profissionais de saúde, onde o atendimento à vítima deverá ser humanizado, com o devido acolhimento, bem como o referido profissional deverá fazer os encaminhamentos necessários preconizados pelo Ministério da Saúde”, concluiu.