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4 de março de 2015

Governo participa de sessão na Câmara dos Deputados sobre segurança hídrica



presidente da Aesa João Fernandes na Camara Federal 1 270x191 - Governo participa de sessão na Câmara dos Deputados sobre segurança hídricaO Governo do Estado, por meio da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), esteve presente na sessão da Câmara dos Deputados que discutiu soluções a respeito da crise hídrica e energética, realizada nesta quarta-feira (4), em Brasília. No plenário, o diretor-presidente da Aesa, João Fernandes da Silva, salientou a importância de investimento dedicado aos estados nordestinos, sobretudo a Paraíba, que historicamente sofre com o problema da seca.

“É preciso tratar o Nordeste e a Paraíba da mesma maneira como estão tratando São Paulo, Minas Gerais e o Rio de Janeiro. Espero que eles não resolvam apenas os problemas dos estados ricos e deixem de lado o eterno problema dos estados pobres”, afirmou. O diretor-presidente da Aesa foi convidado pelo secretário-geral da Mesa, Mozart Vianna de Paiva, para contribuir com o debate a respeito da escassez de água no semiárido paraibano, as ações governamentais para minimizar os efeitos da seca e as perspectivas de melhoras no abastecimento. A reunião contou com a presença do ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, entre outros.

presidente da Aesa João Fernandes na Camara Federal 2 270x191 - Governo participa de sessão na Câmara dos Deputados sobre segurança hídricaAlgumas das soluções apontadas por João Fernandes da Silva é a aceleração das obras de transposição do Rio São Francisco e aumentar a destinação de recursos financeiros para providenciar soluções de abastecimento. Dos 123 açudes monitorados pela Agência Estadual, apenas 44 estão com capacidade superior a 20%, 42 tem menos de 20% e 37 estão em situação crítica, ou seja, menos de 5%.

“É algo sério e nossa missão é dar segurança à rede de abastecimento. Caso chova abaixo do esperado, é preciso ter recursos para dar conta do déficit hídrico”, salienta o diretor-presidente da Aesa.