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17 de fevereiro de 2012

Governo investiu cerca de R$ 7 milhões no Samu, em 2011



Em 2011, o Governo do Estado investiu R$ 6,9 milhões no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A informação é do coordenador da Rede de Urgência e Emergência da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Walber Frazão. Além dessa contrapartida, o Estado investiu R$ 659 mil na comprar de um sistema de radiocomunicação para otimizar o atendimento prestado pelas centrais e ambulâncias.

Frazão explicou que o Samu é custeado pelo Ministério da Saúde (50%), pelo Governo do Estado (25%) e pelos municípios que possuem bases descentralizadas (local onde ficam as equipes e viaturas) ou Centrais de Regulação Médica de Urgência, que atendem os chamados do 192 (esse último grupo responde pelos 25% restantes).

Na Paraíba, já existem 87 bases descentralizadas e 141 ambulâncias, que atenderam a mais de 2,5 milhões de paraibanos em 201 municípios da Paraíba. Até intenção do Governo, no entanto, é ter um total de 99 bases, com as quais será possível atender a 100% da população.

Como funciona – O Samu faz parte da Política Nacional de Urgências e Emergências do Ministério da Saúde desde 2003 e ajuda a organizar o atendimento na rede pública. O socorro é realizado depois de uma chamada gratuita para o telefone 192. As ligações são atendidas por técnicos da Central de Regulação, que identificam a emergência e, imediatamente, transferem o telefonema para o médico regulador. Esse profissional faz o diagnóstico da situação e inicia o atendimento no mesmo instante.

Ao mesmo tempo, o médico regulador avalia o melhor procedimento a ser adotado: orienta a pessoa a procurar um posto de saúde ou hospital ou designa uma ambulância para o atendimento do paciente. Com poder de autoridade sanitária, o médico regulador comunica a urgência ou emergência aos hospitais públicos e reserva leitos para que o atendimento tenha continuidade.