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13 de maio de 2013

Governo inspeciona vacinação de bovinos contra febre aftosa no Litoral Sul



O Governo do Estado avança com a primeira etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa, que se estende até o dia 31 deste mês. Na manhã desta terça-feira (14), o secretário do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap), Marenilson Batista, inspeciona a vacinação de rebanhos em uma propriedade no município do Conde, Litoral Sul paraibano.

A Campanha de Vacinação é executada pela Sedap e suas vinculadas. A meta é vacinar 100% do rebanho. O lançamento aconteceu no início do mês na Fazenda Serrote Agudo, município de Catingueira, região de Patos, Sertão. Segundo o secretário Marenilson Batista, a Paraíba tem a meta de sair da classificação de médio risco para Zona Livre de Aftosa. “Para isto nós temos que vacinar todo nosso rebanho e a nossa orientação é para que os produtores procurem as farmácias credenciadas para comprar suas vacinas”.

O secretário acrescentou que desde 2011 o Governo do Estado tem investido em contratação de técnicos, veículos e equipamentos para garantir o bom funcionamento da campanha. Também está sendo finalizada uma sorologia para determinar circulação viral no Estado. “O conjunto dessas ações dará condições de atingirmos a condição de livre de aftosa com a vacinação”, destacou.

Todos os criadores de bovinos e bubalinos estão obrigados a vacinar seu rebanho. Depois disso, o criador tem até o dia 10 de junho para notificar a vacinação nos escritórios da Defesa Agropecuária espalhados pelo Estado. É necessário apresentar as notas fiscais das vacinas e a classificação do rebanho separado por idade e sexo.

De acordo com a Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, os criadores que não vacinarem ou não apresentarem a notificação no tempo previsto estão sujeitos a punições como multas e impossibilitados de transportar e comercializar os animais, uma vez que não terão direito ao GTA (Guia de Trânsito Animal), além da exclusão dos programas do governo. As farmácias veterinárias que estão inaptas para a venda de vacinas devem procurar a Defesa Agropecuária para regularizarem a situação de comercialização do produto.