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20 de agosto de 2012

Governo do Estado inaugura Sala de Situação nesta segunda



O Governo do Estado vai inaugurar nesta segunda-feira (20), em Campina Grande, a Sala de Situação, um centro de gestão de situações críticas que vai acompanhar as tendências hidrológicas na Paraíba. O centro vai monitorar chuvas, níveis e vazões dos rios e capacidade dos reservatórios, possibilitando – entre outras coisas – a prevenção de eventos extremos como secas e enchentes.

aesa sala de situacao campina grande foto francisco moraes (2)A Sala de Situação foi construída em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA) e vai funcionar com modernos equipamentos na Agência Estadual das Águas (Aesa), no campus da Universidade Federal de Campina Grande, no bairro de Bodocongó.

“A Sala de Situação coloca a Paraíba na vanguarda da gestão de recursos hídricos. Nosso estado vai integrar o sistema nacional de monitoramento hidrológico e climático que funciona de forma ininterrupta, 24 horas por dia. Com estes equipamentos vamos ter a possibilidade de minimizar os efeitos dos eventos críticos já que teremos uma gama de informações repassadas com maior agilidade e precisão, possibilitando um atendimento mais rápido à população”, observou a diretora-presidente da Aesa, Ana Maria Torres.

aesa sala de situacao campina grande foto francisco moraes (1)O Centro de Gestão de Situações Críticas já conta com 14 plataformas de coleta de dados e outras seis vão ser instaladas até o final de agosto. Os aparelhos possuem sensores de chuva, pressão barométrica e de nível da água, e transmitem as informações via satélite para os computadores instalados na Aesa.

“As plataformas são estações agrometeorológicas automáticas, de última geração, que coletam, armazenam e transmitem em tempo real dados ambientais como temperatura do ar, umidade relativa do ar, direção e velocidade do vento, radiação solar, pressão atmosférica, precipitação pluviométrica, umidade e temperatura do solo”, explicou o gerente executivo de monitoramento e hidrometria da Aesa, Lucílio José dos Santos Vieira.

No projeto foram investimentos mais de R$ 2 milhões, com recursos próprios do Governo do Estado, da Agência Nacional das Águas e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).