Fale Conosco

14 de setembro de 2011

Governo implanta política para a realização de cirurgias eletivas



O Governo do Estado vai investir cerca de R$ 15 milhões na Política Estadual para a realização de cirurgias eletivas de média e alta complexidade. Desde o início desta gestão, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) realiza visitas técnicas nas Gerências Regionais de Saúde para apresentar esta nova ação do Governo aos municípios. Nesta primeira etapa, a previsão é que as cirurgias sejam iniciadas no dia 20 deste mês e terminem em 20 de junho do próximo ano.

Os municípios já estão enviando para a SES a relação dos pacientes que estão na lista de espera – trabalho que deve ser concluído até o final deste mês. O assessor de gabinete da SES, Murilo Wanzeler, explicou que o objetivo é zerar todas as cirurgias eletivas no Estado e, com isso, acabar com a demanda reprimida, ou seja, as cirurgias que estão acumuladas e que hoje chegam a cerca de 4,5 mil. Segundo ele, apenas João Pessoa, em toda a Paraíba, começou a realizar os procedimentos (o pontapé inicial foi em março passado).

O médico Ernani Filho, que também é assessor de gabinete da SES, deixou claro que a realização das cirurgias eletivas independe de outros procedimentos realizados na unidade de Saúde. “Qualquer hospital, seja da rede estadual, municipal ou filantrópico, que tiver condições técnicas de realizar esses procedimentos pode participar”, disse.

Ernani Filho explicou ainda que a Política Estadual de Cirurgias Eletivas é um trabalho interfederativo entre o Governo do Estado, com o apoio institucional do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), e o Ministério da Saúde.  “Está sendo feito  acompanhamento e controle  nos municípios, por meio de reuniões, para que tudo transcorra dentro da normalidade”, garantiu o assessor.

Reunião – Nesta quinta-feira (15), Murilo Vanzeler e Ernani Filho estarão em Catolé do Rocha. Entre os assuntos a serem debatidos está a Política Estadual para a realização de cirurgias eletivas de média e alta complexidade. Além disso, também será discutido o contrato organizativo, a regionalização da saúde, a rede de urgência e emergência e, por fim, a lei 7508/11, do Ministério da Saúde, que trata da pactuação dos serviços de saúde.