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Governo entrega certificados de cursos profissionalizantes nas unidades prisionais de Sapé e Santa Rita

quarta-feira, 9 de outubro de 2013 - 17:26 - Fotos: 

A Gerência de Ressocialização da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) realizou, nesta terça-feira (8), a entrega dos certificados dos cursos de Cozinha Básica para as turmas das unidades prisionais de Sapé e Santa Rita. Os cursos, que atenderam 20 reeducandos em cada unidade, foram promovidos numa parceria entre a Seap e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

Durante o seu pronunciamento, o secretário de Administração Penitenciária, Wallber Virgolino, destacou que as ações estão sendo ampliadas gradativamente e falou da importância da participação dos apenados: “O sucesso desta iniciativa só é possível por conta do empenho da equipe de funcionários, entre diretores e agentes, que estão empenhados na melhoria do sistema prisional, além do interesse de vocês em participar dos cursos e mudar de vida. A ressocialização é composta de ações concretas e positivas que precisam do empenho de todas as partes envolvidas e o apoio incondicional do Estado. É por conta deste apoio e da vontade política do governador Ricardo Coutinho que estamos galgando êxito nestas ações”.

A gerente de Ressocialização, Ziza Maia, também falou da proposta: “Estamos atuando em diferentes eixos do Programa Cidadania é Liberdade e, neste caso do curso de cozinha básica, o mesmo se insere na vertente de educação, através da qualificação profissional, que é fundamental no processo de reinserção ao convívio social e ao mundo do trabalho e estamos avançando e conseguindo mostrar a sociedade que a ressocialização é possível”.

O diretor do Presidio de Sapé, Silva Neto, ressaltou a importância de ter no sistema penitenciário da Paraíba um gestor que se preocupa e respeita as pessoas que por infelicidade estão encarceradas, assim como trata com dignidade os seus familiares, com ações e projetos como esses de qualificação de mão de obra. “Eu posso falar do sistema penitenciário com tranquilidade, pois já estive dos dois lados, como policial militar e como presidiário, agora como diretor e sei que nunca neste Estado se trabalhou tanto em buscar o bem do sistema penitenciário, isto sim são os direitos humanos que eu defendo”.

O coordenador do Projeto Cidadania é Liberdade, Marconi Amorim, também falou da iniciativa: “Para este projeto galgar o sucesso que estamos visualizando, foi necessário estabelecer parcerias sólidas, inclusive com os gestores e funcionários das unidades prisionais. Precisamos entender que educar a população prisional é um passo para diminuir a violência”.