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14 de julho de 2009

Governo e Energisa ampliam parceria para eletrificar toda área rural da PB



Até o final do ano de 2010, a Paraíba estará com todo o seu território atendido por eletrificação rural, fruto da ampliação da parceria entre o Governo do Estado e a Energisa. Isso foi o que ficou acertado entre o governador José Maranhão e o presidente da empresa concessionária de energia elétrica, Marcelo Rocha, durante reunião na manhã desta terça-feira (14), no Palácio da Redenção. Ele também anunciou que vai ocorrer uma redução de até 12% na tarifa residencial atual e de 7% para os demais consumidores.
 
O objetivo é ampliar o Programa Luz para Todos, que recebe incentivos financeiros do Governo Federal, através da Eletrobras, e conta com recursos do Governo do Estado e da própria Energisa. “Esperamos dar continuidade a esse programa para que, no final do próximo ano, a Paraíba possa estar 100% eletrificada”, afirmou Rocha.
 
O dirigente da Energisa informou que o Programa Luz para Todos, na sua primeira fase, eletrificou 39.637 propriedades rurais. Na segunda, ainda em implantação e que continua até o final de 2010, mais 20.123 propriedades serão atendidas. “Com tudo isso teremos a Paraíba totalmente eletrificada”, comentou.
 
Várzeas de Sousa – Também falou sobre o programa Tarifa Verde, voltado aos agricultores que utilizam a energia elétrica em determinado momento do dia, sendo beneficiados com uma tarifa diferenciada. Os produtores rurais que atuarão na exploração das terras do projeto Várzeas de Sousa já contam com a infraestrutura pronta para atender suas necessidades. “Todo o proprietário agora já tem a energia para fazer seus projetos de irrigação”, garantiu.
 
Reajustes – Ele também comentou as tarifas de energia praticadas pela empresa, que são reajustadas a cada quatro anos. O último aumento de 15% aconteceu em 2007, já previsto na legislação para o setor elétrico. Explicou que o reajuste é feito a partir de um levantamento sobre os investimentos da Energisa e sobre o que se propõe realizar em termos de investimentos, “garantindo assim a transferências de ganhos e a eficiência que para o consumidor”. Tudo é fiscalizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

“Nesse conjunto de estudos feitos pela Aneel, a chamada de revisão tarifária, haverá uma redução média de 12% para o consumidor residencial e de 7% para os demais; pelo menos é o que está previsto”, comentou.