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Governo e Banco do Brasil discutem ações para beneficiar agronegócio na Paraíba

terça-feira, 1 de agosto de 2017 - 18:08 - Fotos:  Divulgação

O secretário do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Rômulo Montenegro, recebeu nesta terça-feira (1º), na sala de reuniões da Sedap, a superintendente estadual do Banco do Brasil, Maristela Sales, com quem tratou sobre ações que possam beneficiar o setor do agronegócio, assim como toda cadeia da agricultura no estado.

Na reunião estavam presentes representantes de instituições ligadas ao setor agropecuário para ouvir e discutir ações e metas do planejamento estratégico que vem sendo executado pela Sedap desde 2015. Temas como Política Sanitária, Política de Comercialização e a Política de Licenciamento Ambiental foram as mais discutidas.

Na oportunidade, o secretário Rômulo Montenegro informou sobre uma comissão que está sendo formada com integrantes do Governo e demais setores que integram a agropecuária para que os temas possam ser tratados perante as instituições de forma simples e clara.  “O objetivo dessa comissão é desburocratizar tudo o que trava o desenvolvimento do setor. Nós enquanto Estado temos a obrigação de facilitar o entendimento do produtor diante das instituições financeiras. O Banco do Brasil, por exemplo, é um parceiro importante para um setor que representa 25% do  Produto Interno Bruto (PIB) no país. Então a Paraíba precisa mostrar que faz parte e tem planejamento, sabe o que quer e onde quer chegar, estamos unindo esforços para fortalecer e desenvolver o setor”, ressaltou.

A superintendente do Banco do Brasil, Maristela Sales, falou da importância em ouvir as demandas e principalmente assistir as explicações sobre o planejamento feito pelo Governo do Estado, por meio da Sedap, para o setor agropecuário. “É muito importante essa reunião, com partícipes do mesmo objetivo, tratar das questões do agronegócio. É fundamental que as políticas de fomentos para o setor estejam alinhadas com as ações do Banco, principalmente onde foi observado que temos muitos pontos convergentes e muitos pontos que podem ser aprimorados. Nós entendemos que com essa aproximação vários entraves que acontecem no decorrer dos processos das cadeias produtivas sejam resolvidos com mais agilidade”, observou.