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Governo do Estado segue com trabalho de mapeamento para Sistemas de Informações Culturais

terça-feira, 13 de maio de 2014 - 11:02 - Fotos: 

Mais três municípios paraibanos – Rio Tinto, Aparecida e Sousa – passaram pelo mapeamento destinado aos Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC) e Sistema Estadual de Informações e Indicadores Culturais (SEIIC).

O trabalho foi realizado entre abril e início deste mês pela Gerência Operacional de Pesquisa Cultural da Secretaria de Estado da Cultura. Nessas três cidades, o gerente Rosildo Oliveira realizou uma oficina que treinou agentes locais para o trabalho de mapeamento cultural.

No dia 29 de abril, a convite da Secretaria de Cultura de Rio Tinto, foi realizada uma oficina sobre o SNIIC/SEIIC com a presença de vários segmentos da cultura da cidade e ainda do articulador da 1ª Região, Paulo Ró, que explicou o Sistema Nacional de Cultura e o Sistema Estadual de Cultura. O gerente Rosildo Oliveira demonstrou o uso da plataforma SNIIC, cadastrando agentes que se integrarão a esse trabalho.

No dia 2 maio, o cadastramento também foi realizado durante da festa de aniversário dos 20 anos da emancipação de Aparecida. Também foram entregues diplomas aos participantes do Curso de Cinema de Animação, ministrado pelo cineasta José de França Oliveira. No dia seguinte, a oficina SNIIC/SEIIC e o trabalho de cadastramento cultural foram realizados em Sousa, a convite da Fundação de Cultura do município.

No dia 7 de maio, Rosildo Oliveira se juntou a representantes de alguns Estados em Brasília e participou de palestra organizada pelo Ministério da Cultura com o intuito de explicar o andamento do Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais e as novas diretrizes, especificamente sobre a transferência administrativa de parte dessa plataforma. O principal motivo dessa transferência é conceder uma maior agilidade ao Sistema, pois até então qualquer erro ou problema ocorrido no uso da plataforma, somente era resolvido via telefone ou e-mail com os funcionários do Ministério. O repasse de informações deu autonomia aos gestores.

É necessário saber o que temos culturalmente, todas as pessoas que produzem cultura, desde o cigano até a parteira, ao ator, ao músico. Já que não temos equipe suficiente, então, por meio da oficina, ensinamos as pessoas, através dos articuladores de cada região, a fazerem o seu próprio mapeamento e assim fazerem o mapeamento de pessoas que não possuem o acesso à internet. Essa é uma plataforma que funciona como um banco de dados com informações e contatos. Aproximadamente mil pessoas estão cadastras, com representantes de quase todos os municípios da Paraíba”, comentou Rosildo Oliveira.