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22 de maio de 2014

Governo do Estado recebe certificado internacional de área livre de aftosa



O secretário executivo da Agropecuária, Rômulo Montenegro, viaja nesta sexta-feira (23) para França, em Paris, onde representará o Governo do Estado na entrega do Certificado Internacional de Área Livre da Aftosa com Vacinação concedido pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE).

Este será o primeiro título com característica mundial que a Paraíba receberá, o que a colocará no mesmo patamar dos Estados da Região Centro/Sul e permitirá o livre trânsito de animais por todo o Brasil e, principalmente, para outros países. Isso significa que os produtos paraibanos derivados de animais terão livre trânsito garantido. Ou seja, dá idoneidade para os produtos de origem animal, bem como os tornará mais competitivos, principalmente, por meio da globalização.

Segundo Rômulo Montenegro, o Estado conseguiu essa certificação por meio de muito trabalho. “Cumprimos todas as etapas de vacinação com sucesso. Além das metas estabelecidas pela OIE, vamos continuar vigilantes para que nosso rebanho permaneça livre de doenças que ocasionem prejuízos para os produtores. A Paraíba está pronta para realizar exposições e demais feiras. O papel do Estado é viabilizar tudo isso e nós conseguimos. Quero asseverar que esta conquista, única e inédita, foi produto do esforço de todos os que fazem a Defesa Agropecuária do Estado da Paraíba, e do compromisso do governo em cumprir ações estruturantes para a economia do estado”, enfatizou o secretário.

Antes deste reconhecimento, a Paraíba era considerada Área de Risco, o que gerava graves problemas para os criadores, pois os animais, para transitarem para outros Estados da federação, precisavam se submeter a uma quarentena a qual demandava tempo e dinheiro, inviabilizando as condições de concorrência para os produtores. Os produtos de origem animal, como por exemplo: carnes, leites, queijos, manteiga e outros produtos lácteos, não ingressavam nos grandes mercados, supermercados e atacados porque não tinham o reconhecimento de sua sanidade.