João Pessoa
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  Governo do Estado realiza tipagem sanguínea de socioeducandos da Fundac para emissão de documento

segunda-feira, 3 de julho de 2017 - 17:59 - Fotos:  Divulgação

A Secretaria Estadual de Saúde, por meio do Hemocentro da Paraíba, realizou exames de tipagem sanguínea e fator RH em 320 jovens e adolescentes que atualmente cumprem medidas nas unidades socioeducativas do Estado e que ainda não possuem o Registro Geral (RG). A ação encerrou nesta segunda-feira (3) na Semiliberdade, Centro Educacional do Adolescente (Sousa) e Lar do Garoto (Lagoa Seca) e contemplou todas as unidades de internação da Fundação Desenvolvimento da Criança e do Adolescente “Alice de Almeida”.

Segundo Janaína Madruga, coordenadora do eixo Saúde da Fundac, os exames são pré-requisitos para as novas cédulas de identidade (Registro Geral), que se trata de uma documentação básica para a marcação de exames, atendimentos de saúde, e consultas, bem como, de fundamental importância para o ingresso dos socioeducandos em qualquer outra política pública.

Em João Pessoa, as coletas de sangues para realização dos exames em laboratório tiveram início na última quarta-feira (28), no Centro Educacional do Adolescente, e foram realizadas pelas equipes do Hemocentro João Pessoa/PB. Já em Lagoa Seca e Sousa, a coleta foi realizada pelas equipes dos Hemonúcleos.

“O primeiro passo da Fundação foi fazer um levantamento dos internos que ainda não possuíam o Registro Geral, pactuar a ação junto ao Hemocentro da Paraíba, que hoje conclui o serviço para, posteriormente, o Programa Cidadão (Secretaria de Desenvolvimento Humano) emitir o RG e CPF de todos aqueles que ainda não possuem a documentação”, acrescentou a coordenadora Janaína Madruga.

Para Noaldo Meireles, presidente da Fundac, a realização dos exames de tipagem sanguínea e fator RH, para emissão da cédula de identidade é mais uma conquista na luta pela efetivação da garantia de direitos sociais dos jovens e adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas. “Devidamente documentados, os socioeducandos terão maior facilidade para atendimentos de saúde, e no ingresso a cursos profissionalizantes e mercado de trabalho”, disse.