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21 de março de 2016

Governo do Estado capacita profissionais de USFs e das Gerências Regionais sobre dengue, zika e chikungunya



A Secretaria de Estado da Saúde (SES) promoveu, nesta segunda-feira (21), o Manejo Clínico da Dengue, Zika e Chikungunya para médicos e enfermeiros de Unidades de Saúde da Família (USFs) e coordenadores de Vigilância Epidemiológica e de Atenção Básica de 64 municípios da primeira Macrorregião, composta pelas 1ª, 2ª e 12ª Gerências Regionais de Saúde. O evento foi realizado no auditório do curso de Fonoaudiologia da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, e o objetivo foi alertar os profissionais para identificar precocemente os pacientes sintomáticos.

Segundo a gerente operacional de Vigilância Epidemiológica da SES, Izabel Sarmento, os manejos clínicos vêm sendo realizados desde 2012 e têm contribuído para a sensibilização dos profissionais de saúde. “O objetivo do Governo do Estado com estas capacitações é melhorar a assistência voltada para esses pacientes, então o manejo clínico é uma grande oportunidade de atualizar e qualificar esses profissionais para que possam identificar precocemente essas doenças, a fim de evitar a evolução para gravidade ou óbito”, disse.

A médica infectologista e coordenadora da Comissão Estadual de Controle de Infecção em Serviços de Saúde (Ceciss) da SES, Ana Campanile, falou de diagnóstico e tratamento de pacientes com os três agravos e como identificar, precocemente, para intervir e não evoluir para gravidades e óbitos.

A técnica da SES responsável epidemiológica das três doenças, Fernanda Vieira, fez a orientação sobre a notificação dos casos, a maneira correta de se fazer os exames laboratoriais e o encerramento no sistema. “Esta informação no sistema é extremamente importante para que fique registrada a condição do paciente, ou seja, se houve agravamento, se veio a óbito ou se ficou curado. Isso tudo com o objetivo de melhorar a vigilância que se inicia nas USFs”.

O médico veterinário do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf) de Lucena, Maurício Machado, foi um dos participantes do manejo clínico. “Gostei muito. O conhecimento é prioritário para a mudança de hábito. E se o profissional melhora a sua assistência e o atendimento, o usuário sai ganhando”, declarou.