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27 de novembro de 2013

Governo discute implantação de programa de combate às drogas nas escolas públicas



O Governo do Estado, por meio das secretarias de Desenvolvimento Humano (Sedh) e Saúde, participou na manhã desta quarta-feira (27) de uma reunião com o coordenador nacional de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, Roberto Tykanori, na sede do Conselho Municipal de Saúde. O objetivo é implantar nas escolas públicas um programa de prevenção ao uso e abuso do álcool, crack e outras drogas como acontece em outros países.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Humano (Sedh), Aparecida Ramos, a iniciativa, que faz parte do Plano Nacional de Enfrentamento ao Crack, do Ministério da Saúde, vai somar com as ações desenvolvidas na Paraíba. “Ações pactuadas com o Governo Federal, Estado e município no enfrentamento ao crack, principalmente em programas voltados para as escolas, são de grande importância. Estamos aqui para incluir as escolas estaduais neste programa”, frisou.

A coordenadora estadual de Saúde Mental, Shirlene Queiroz de Lima, acrescentou que a Paraíba será um dos primeiros estados do Nordeste a ter o programa. “Vai ser um orgulho pra gente ser um dos poucos estados do Brasil e o único do Nordeste a implantar esta metodologia já em 2014”, frisou. Ela destacou ainda que a Paraíba está em expansão com os Caps, que hoje somam 82 em funcionamento no Estado.

O coordenador nacional da Saúde Mental do Ministério da Saúde, Roberto Tykanori, destacou que o programa de prevenção às drogas foi bem aceito em outros países, mas que precisa ser adaptado a cada região do Brasil.

Estamos solicitando a colaboração dos gestores públicos para desenvolver um projeto para implantação do programa de prevenção às drogas nas escolas e junto às famílias. O Ministério da Saúde, junto ao plano de combate ao crack, está iniciando o desenvolvimento de técnicas de intervenção e prevenção com professores que aprendem métodos que têm um grande impacto na questão do consumo de substâncias, de fumo, de álcool ao longo da vida dessas crianças. Só precisamos fazer adaptação cultural com cada região para atingir a linguagem de cada local”, disse.