Fale Conosco

10 de dezembro de 2014

Governo analisa estudos para instalação de gasoduto no trecho Mangabeira/Penha



O Governo do Estado, por meio da Companhia Paraibana de Gás (PBGás) – empresa responsável pela distribuição e comercialização do gás natural na Paraíba, recebeu o relatório de estudos ambientais relativos à implantação do gasoduto no trecho que liga o bairro de Mangabeira à praia da Penha, em João Pessoa. Serão implantados, a médio prazo, cerca de 7 quilômetros de extensão da rede de distribuição de gás natural para atender aos segmentos residencial, comercial, industrial e automotivo.

A primeira etapa do projeto acaba de ser apresentada à diretoria da empresa. Trata-se da entrega do Relatório Ambiental Simplificado (RAS), com abrangência arqueológica preventiva e estudo de análises de riscos em toda a área onde a obra será feita, às margens da Avenida Souto Maior, partindo do Posto Z, até a avenida panorâmica Porta do Sol, nas imediações da praia da Penha.

“Acabamos de dar o passo inicial para a execução de uma obra que será a grande largada do gás natural na zona sul do nosso Litoral”, disse o diretor-presidente da PBGás, George Ventura Morais. Entusiasmado com o resultado do relatório, que aponta a viabilidade de execução da obra, George informou que a Companhia, ao realizar esses estudos, cumpre uma fase preliminar para o empreendimento.

Ele também destacou que os estudos ambientais e arqueológicos são importantes para a preservação da história contida no subsolo. “Além disso, essas análises nos permitem uma maior segurança na instalação da nova rede, o que faz parte da nossa preocupação com a preservação ambiental, do patrimônio cultural e proteção às pessoas”.

A gerente de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da PBGás, Lily Diniz, informou que os estudos foram realizados por uma empresa especializada em gestão de risco e estudos ambientais, através de licitação, e que todo o trabalho envolveu estudos de impacto ambiental, arqueologia preventiva e análise de risco.

“O próximo passo da PBGás é solicitar  o licenciamento ambiental do empreendimento junto à Sudema”, adiantou Lily. “Uma vez que já existe a viabilidade, os trâmites prosseguem com a emissão de licenças que aprovam a localização e concepção do projeto, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos a serem atendidos nas próximas fases”, explicou.

A empresa contratada pela Companhia foi a Itsemap do Brasil, do estado de São Paulo, através de contrato assinado em março deste ano. Os estudos foram feitos ao longo de 10 meses por uma equipe técnica multidisciplinar.