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Governador inspeciona obras de casas e da Central de Polícia de Campina

terça-feira, 12 de abril de 2011 - 19:43 - Fotos: 

Ricardo visita obras de casas populares

O governador Ricardo Coutinho inspecionou nesta terça-feira (12), no final da tarde, as obras da nova Central de Polícia de Campina Grande e a retomada dos serviços no Conjunto Habitacional Três Irmãs. No período da manhã, Ricardo assinou o decreto para a  desapropriação de um terreno para a instalação do Porto Seco na cidade e anunciou a liberação de mais de R$ 700 mil para a construção do Centro de Inovação Tecnológica Telmo de Araújo (Citta), no bairro de Bodocongó.

O governador inspecionou as obras das 635 casas populares do conjunto habitacional iniciadas na semana passada. “Estamos retomando essas obras para poder dar uma fluidez maior na política habitacional, apesar das restrições graves que do ponto de vista financeiro o Estado tem”, afirmou Ricardo. Os próximos passos serão reiniciar as obras, paralisadas há vários anos, dos conjuntos Colinas do Sol, com 406 casas, e o Novo Cruzeiro, com 333.

Já a construção da Central de Polícia, no bairro do Catolé, foi iniciada em fevereiro de 2010 e a previsão de conclusão era de 150 dias, mas foi paralisada no segundo semestre do ano passado.

Governador visita obras da Central de Polícia

Quando assumiu em janeiro, a atual gestão destravou as obras da Central de Polícia e aumentou o ritmo dos trabalhos. Até o próximo dia 22, o prédio será concluído. “Os móveis e equipamentos já estão sendo comprados. Em dez dias, a parte física será concluída e depois vão montar os móveis e colocar a Central para funcionar”, comentou Ricardo, que estava acompanhado do secretário de Interiorização, Adriano Galdino.

No prédio, vão funcionar todas as delegacias especializadas e terá 18 celas. Ricardo frisou que o novo prédio proporcionará melhores condições de trabalho aos profissionais de segurança e um bom atendimento as pessoas que procuram à Polícia Civil. O governador adiantou que, a médio prazo, as Policias Civil e Militar vão atuar de forma convergente dentro de uma nova lógica de integração.