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Governador anuncia campanha de combate às drogas e assistir jovens com dependência química

terça-feira, 13 de abril de 2010 - 11:51 - Fotos: 

O Governo do Estado vai realizar uma campanha de combate às drogas nas escolas, instituições públicas e nos meios de comunicação. O anúncio foi feito pelo governador José Maranhão na manhã desta terça-feira (13), em rede estadual de rádio, no programa ‘Palavra do Governador’.

Na ocasião, ele também falou da liberação do Ministério da Saúde para realização das cirurgias cardíacas no hospital Arlinda Marques e das 17 carretas de equipamentos hospitalares adquiridas para equipar as unidades de saúde.

Maranhão ressaltou que alguns equipamentos hospitalares adquiridos são importados devido ao baixo preço e também pela qualidade do material. “Esses equipamentos são importados porque são 40% mais baratos. E, sua qualidade é superior ao construído pela indústria nacional. São 130 milhões de equipamentos e parte deles é da indústria brasileira”, comentou.

Além da campanha de combate às drogas, o governador informou que, o Estado vai doar um terreno de 390 hectares para a construção de uma unidade da Fazenda Esperança, no município de Condado, no Alto Sertão paraibano. Para assistir jovens da região com problema de dependência química, atendendo a um pedido do bispo da Diocese de Patos, Dom Manoel dos Reis de Farias.
  
Durante o programa, o governador falou da satisfação em saber que os hospitais Arlinda Marques e Lauro Wanderley foram credenciados pelo Ministério da Saúde, voltando a realizar cirurgias cardíacas na Paraíba. As duas unidades de saúde haviam realizado 120 cirurgias, mas teve seus serviços suspensos.

“Agora é mais um bom serviço colocado à disposição da Paraíba”, ressaltou e acrescentou que a união dos gestores públicos, como Estado, Município e Governo Federal somam esforços que beneficiam toda a população. “O esforço de aglutinação só traz benefícios para a população, o exemplo, da unidade de saúde de Cajazeiras, um hospital escola, com a participação do Município, Estado e Universidade”.

Gledjane Maciel, da Secom