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9 de dezembro de 2012

Funesc lança oito livros do Prêmio Literário José Lins e anuncia quatro editais para 2013



Após 16 anos sem lançar títulos com selo próprio, as Edições Funesc retomam o trabalho de apoio à literatura paraibana com a publicação de oito livros inéditos. São obras de escritores já consagrados, e também de novos autores contemplados com o Prêmio Literário José Lins do Rego. O lançamento será na sexta-feira (14), às 19h, no subsolo (área interna) do Teatro de Arena do Espaço Cultural. Na ocasião, a presidente da Funesc, Lu Maia, anunciará quatro editais para o próximo ano.

Para a área de artes visuais, será lançado o terceiro edital de ocupação da Galeria Archidy Picado. O setor de audiovisual será contemplado com o “Curtas PB na Tela”; literatura terá o “Edições Funesc – Prêmio Literário Augusto dos Anjos”. Para música, haverá o edital “Music From Parahyba”.

O concurso que selecionou as obras foi realizado em 2011, com participação de autores nascidos ou radicados na Paraíba, rigor imposto para preservar o objetivo das Edições Funesc, que é o de incentivar a produção literária do estado e aproximá-la da população. Para alcançar o desejado, além de publicar as obras, exemplares dos livros são disponibilizados em bibliotecas e também levados às escolas municipais e estaduais.

Romance, poesia, infantojuvenil, conto e crônica são os gêneros contemplados, que ganham vida sob o talento de Astier Basílio, Saulo Mendonça, Gustavo Limeira, Marinésio Gonçalves, Paulo Vieira, Roberto Menezes, Jackson Franco e José Camilo Lelis. Oito diferentes estilos de escrita, que tornam a Coleção 2012 das Edições Funesc um convite à leitura.

O lançamento compreende seis selos editoriais para definir as suas publicações por gênero literário. Cada um deles com nomes em homenagem ao escritor José Lins do Rego, patrono da Funesc. A coleção “Riacho Doce” é destinada a romances ou novelas; Coleção “Pureza”, para poesia; Coleção “Gordos e Magros”, para contos ou crônicas; Coleção “Velha Totônia” contemplará literatura infantojuvenil; Coleção “Papa-Rabo”, para obras em dramaturgia e “Coleção Usina” para ensaios. As denominações desses conjuntos não implicam em definição de temas para as obras a serem publicadas.