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30 de novembro de 2017

Fundac lembra Dia da Consciência Negra com rodas de conversa e de capoeira



A Fundação Desenvolvimento da Criança e do Adolescente ‘Alice Almeida’- Fundac, por meio do Centro Socioeducativo Edson Mota (CSE), marcou o Dia da Consciência Negra com rodas de conversa e de capoeira com internos e seus familiares.

A programação foi realizada durante três dias, nos quais professores da Escola Integral Cidadã Almirante Saldanha se debruçaram no tema e fizeram uma reflexão sobre a data, a cultura afro-brasileira e quem foi Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares, morto em 1695, na luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial.

O carinho da equipe de professores com projetos e ações, fortalecendo o protagonismo desses jovens que ora se encontram em cumprimento de medida na unidade socioeducativa da capital teve uma boa resposta por meio das atividades realizadas nesta unidade socioeducativa.

As rodas de capoeira comandadas pelo professor Adeilson Moraes, também conhecido por Mestre Cabedelo e Mestre Capoeira, atraiu, nesse dia, para a prática da dança. A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal.

Com o tema “Na ginga da liberdade” muitos internos, ao som do berimbau do mestre, praticaram o esporte/dança depois de uma Roda de Conversa sobre “Identidade e empoderamento Juvenil” ministrado pelo professor Antônio N. da Silva, do Centro de Ciências da Natureza (CCN), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Os jovens e adolescentes também participaram da Roda de Conversa sobre “O Combate ao Racismo e Educação antirracista”, proferido pela professora Juliana Lima e no último dia 27 se integraram no Rap Power com o Mc JBL e o Mc Mente privada.

Importância da Data – A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. 20 de novembro ficou sendo também um dia para ser lembrado nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.