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6 de novembro de 2013

Fundac firma parceria com juizado da Vara de Família da Capital



A Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente Alice de Almeida (Fundac) firmou parceria com o juizado da Vara de Família do Fórum Cível de João Pessoa. A proposta partiu da diretoria do Fórum, que busca o acompanhamento e monitoramento da visitação aos jovens e adolescentes internos nas unidades de ressocialização do Estado.

A reunião presidida pela diretora do Fórum Cível, Agamenilde Dantas, juíza da 5ª Vara de Infância, contou com as presenças da presidenta da Fundac, Sandra Marrocos e da diretora técnica, Denise Miranda, além de representantes dos eixos: Família e Egresso e da coordenadoria de segurança da Fundação.

Segundo Sandra Marrocos, a Fundação está de portas abertas para que a parceria aconteça. “Para nós é uma honra contar com o apoio, acompanhamento e monitoramento das Varas de Famílias nas unidades de ressocialização do Estado para que, de direito, os adolescentes e jovens privados de liberdade, possam receber a visita dos familiares de forma segura”, disse a presidenta da Fundac.

O acompanhamento das visitas dos pais e mães em medidas protetivas da Lei Maria da Penha deverá ser de responsabilidade do setor psicossocial das Varas de Família do Fórum Cível em parceria com os funcionários da Fundação, em um diálogo constante com o juizado. Para a juíza Agamenilde Dantas, o projeto de acompanhamento das visitas deve atender, de forma segura, a necessidade dos jovens e adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, de conviver com o pai e a mãe, longe dos conflitos familiares.

A juíza Agamenilde Dantas acrescentou que a reunião com a presidenta da Fundac, Sandra Marrocos, foi um encontro preliminar e que o diálogo com o juizado acontecerá em uma segunda reunião que contará com o suporte do setor psicossocial do Fórum, dos juízes das sete Varas Cíveis de Família e das coordenadorias da Fundação. “Hoje a gente está com o setor psicossocial reduzido, mas o projeto é que seja ampliado devido aos conflitos familiares que são muito fortes”, disse Agamenilde.