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27 de fevereiro de 2018

Fantoche é utilizado no Hospital de Trauma para explicar rotina hospitalar para pacientes e acompanhantes



fantoche 270x225 - Fantoche é utilizado no Hospital de Trauma para explicar rotina hospitalar para pacientes e acompanhantesLudicidade e informações são os pilares da atividade do projeto ‘Fantoche na enfermaria’, desenvolvido pelos setores do Serviço Social e do Grupo de Trabalho de Humanização (GTH) do Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa.

Com auxilio de um fantoche, a ‘boneca Ritinha’, os profissionais de saúde visitam as enfermarias do complexo hospitalar, de forma interativa e informal, para explicar e tirar dúvidas dos internos e acompanhantes sobre as rotinas hospitalares.

Já na área pediátrica, a boneca Ritinha desenvolve a contação de histórias. Na oportunidade, as crianças de cada ala escolhem um livrinho e a boneca Ritinha ler. Com entusiasmo e imaginação o fantoche tenta retirar, por alguns minutos, os pequenos pacientes do cotidiano da internação e levam para as aventuras mágicas e fantásticas da literatura infantil.

Neuma Ribeiro, coordenadora do GTH e do Serviço Social da instituição, enfatizou os propósitos da iniciativa. “A meta é manter as políticas para melhoria da qualidade da internação dos pacientes e acompanhantes, bem como a valorização dos servidores do hospital. Os trabalhos já vêm apresentando bons resultados para todos”, destacou.

De acordo com Amélia Hallier, assistente administrativa do Serviço Social e responsável por manusear os fantoches e ler os livros, a atividade é gratificante para ela como profissional. “Estou muito feliz por fazer parte dessa equipe de trabalho, por meio da ação levamos informações e entretenimento. Confesso que quando vejo a gurizada interagindo com a Ritinha fico extremamente empolgada, afinal de contas, por algum tempo abrimos para elas o mundo da imaginação e das aventuras propiciados pela leitura”, frisou.

A acompanhante, Paula Silva, que assiste a filha de três anos interna na unidade hospitalar devido a uma queda, parabenizou a instituição pelo projeto. “Gostei muito dessa ação. Foi muito bom vê a minha pequena interagir com a bonequinha e dar aquela gargalhada que há tempos não escutava. Ela se divertiu muito. Obrigada a todos por essa atitude”, concluiu.