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11 de agosto de 2017

Famílias de Várzea cultivam pitaya e hortaliças com energia solar



Pitaya 270x202 - Famílias de Várzea cultivam pitaya e hortaliças com energia solarA Unidade do Projeto Ecoprodutivo da Comunidade Pitombeira, no município de Várzea, no Sertão paraibano, está diversificando suas atividades produtivas. O projeto já recebeu ações que mudaram a situação socioeconômica das famílias e, nesta semana, começaram a instalação de quintais produtivos e o plantio de pitaya, uma fruteira que está sendo produzida em sistema experimental.

Na Comunidade Pitombeira, integrada por famílias de quilombolas, as unidades produtivas de hortaliças estão se transformando numa das principais atividades, tendo os agricultores recebidos sementes de diversas variedades de culturas para iniciar o cultivo e, com isso, melhorar a renda familiar.

Pitaya3 270x152 - Famílias de Várzea cultivam pitaya e hortaliças com energia solarO início do plantio da cultura da pitaya no Ecoprodutivo Quilombola de Pitombeira começou nesta semana, utilizando o sistema consorciado com hortaliças, usando irrigação localizada com energia solar.

O projeto Ecoprodutivo de Pitombeira faz parte do grupo de seis unidades instaladas pelo Governo do Estado, por meio da Gestão Unificada Emepa/Interpa/Emater, empresa vinculada à secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, buscando valorizar a agricultura familiar.

Pitaya2 202x270 - Famílias de Várzea cultivam pitaya e hortaliças com energia solarO presidente da Gestão Unificada, Nivaldo Magalhães, idealizador do projeto, destacou que a proposta é difundir um modelo de exploração sustentável para as comunidades rurais. O projeto contribuirá para o desenvolvimento econômico e social, dando ênfase ao fortalecimento do agronegócio, a preservação das nascentes de rios, matas ciliares e formação de agentes multiplicadores dessas ações.

Os outros projetos são Alagamar, em Salgado de São Felix; Oziel Pereira, em Remígio; Mato Grosso, em Picuí; Senhor do Bonfim, em Areia, e Bartolomeu em Bonito de Santa Fé, contemplando mais de duas mil famílias. Todos estão sob a coordenação da pesquisadora da Emepa, Ivonete Berto.