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26 de março de 2018

Família aumenta renda em 80% comercializando ao PNAE



20180313 094439 270x202 - Família aumenta renda em 80% comercializando ao PNAEA comercialização da produção agrícola ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) melhorou em 80 por cento a renda financeira dos irmãos Raimundo e Heleno Nazário da Silva, da Comunidade Tamanduá, no município de Boa Ventura, no Vale do Piancó.

Com a assistência técnica da Emater, empresa integrante da Gestão Unificada e vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, as duas famílias melhoraram a qualidade de sua produção agrícola e, com a conquista de novos mercados, passaram a desfrutar de um melhor conforto em suas residências. “O projeto trouxe oportunidades maravilhosas de entretenimento também”, comentaram os agricultores.

Seus pais sempre trabalharam com a agricultura, tinha na produção de algodão a principal atividade até que no ano de 1995, com a chegada do bicudo, praticamente não mais trabalharam com essa cultura. Foi então que decidiram investir em outras atividades, optando pela hortaliça e fruteiras.

Os dois agricultores cultivam, em seis hectares, mamão, goiaba, batata doce, banana, graviola, arroz, milho, feijão, jerimum, coco, cana-de-açúcar, alface, coentro, pimentão, laranja. Mais recentemente, eles passaram a plantar milho, feijão, arroz e retomaram o cultivo de algodão banco. Também, mesmo em pequenas escala, produzem mel de engenho e rapadura.

A partir do ano de 2015 ambos, com a interveniência da Emater, por meio do escritório na cidade de Boa Ventura, com o assessoramento da extensionista Elza Felix e acompanhamento da coordenadora regional em Itaporanga, Lourdes Pereira, tiveram proposta de comercialização aprovada.

Atualmente, o contrato do PNAE do município de Boa Ventura para ambos é de R$ 12.790,00. Sendo que o agricultor Raimundo fornecerá 1.600 quilos e Nazário caberá fazer a entre de 4.630 quilos ao programa.

Também destacaram que a participação da Emater na assistência técnica e na orientação têm sido fundamental para a concretização das suas atividades agrícolas, pois começa desde as articulações com os agricultores até a emissão das notas fiscais.

Os extensionistas que acompanha a família destacam o esforço e a dedicação dos agricultores, que absorvem e colocam em prática as metodologias para a produção de alimentos saudáveis. “Não fosse a Emater até aqui o projeto não tinha nem saído do papel. A Emater é articuladora e executora do projeto. A minha opinião o trabalho da família é nota dez, serve de modelo”, comentou Elza Felix.