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10 de fevereiro de 2011

Exame de impressão digital descobre que detento usava nome falso



Um exame realizado no Laboratório de Papiloscopia Forense do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC) possibilitou a descoberta de que um detento recolhido a um dos presídios da Capital estava usando um nome falso desde quando foi preso pela polícia, há três meses. A constatação foi feita pela perita criminal Gracinete Duarte, que havia recebido solicitação de um delegado de polícia sob a suspeita de dupla identificação.

Para que fosse possível a realização do exame papiscológico, foram colhidas impressões digitais do detento e, após confronto feito nas digitais que ele usava ao ser preso, foi descoberta a dupla identidade.

O Laboratório de Papiloscopia Forense do IPC tem como objetivo estudar as impressões digitais coletadas das vítimas, bem como outro material onde constem impressões que possam identificar o criminoso. De acordo com o diretor do IPC, Humberto Pontes, o resultado do exame é normalmente divulgado num prazo de dez dias, podendo ser prorrogado dependendo da complexidade do laudo.