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23 de setembro de 2013

Estado aprova R$ 500 mil para Lagoa, Catolé do Rocha e Riacho dos Cavalos



O Governo do Estado, por meio do Instituto de Terras e Planejamento Agrícola da Paraíba (Interpa), aprovou a liberação de aproximadamente R$ 500 mil para famílias que moram nos municípios de Lagoa, Riacho dos Cavalos e Catolé do Rocha. O dinheiro faz parte do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNFC), parceria com o Governo Federal, e será usado para aquisição de terra e estruturação do trabalho dos beneficiários.

Foram aprovados cerca de R$ 52 mil para a Associação Produtiva do Sabiá; R$ 196 mil para a Associação Produtiva do Sítio Pereiros, ambas em Lagoa; R$ 90 mil para a Associação de Unidade Produtiva de Poço Verde, em Riacho dos Cavalos; e R$ 119 mil para a Associação de Unidade Produtiva do Coqueiro, em Catolé do Rocha. “Serão nove famílias beneficiadas, com a compra de 104 hectares de terra, além da assistência que vão receber para reforçar o serviço no campo”, revelou o presidente do Interpa, Nivaldo Magalhães.

Segundo ele, ao longo deste ano, a Paraíba já liberou mais de R$ 2 milhões em Crédito Fundiário, o que coloca o Estado na terceira colocação no Norte-Nordeste. “Mesmo com a estiagem, conseguimos manter uma posição considerável, superior a 2010, por exemplo, quando estávamos na sétima colocação”, disse.

Novas taxas - Outras dez propostas de financiamento pelo PNCF foram homologadas pelo Interpa, depois de se adequarem aos novos procedimentos do programa. “Hoje, operamos com novas taxas de financiamento e mais facilidades para quitação do débito, por isso readaptamos algumas propostas, no sentido de facilitar as condições de pagamento para os agricultores”, observou Nivaldo Magalhães.

Quase 80 famílias serão beneficiadas com a readequação das propostas. Tratam-se de moradores de Santa Luzia, Seridó, Frei Martinho, Catolé do Rocha, Gurjão e Diamante. “Tem comunidade que esperava por uma oportunidade como essa há vários meses, principalmente por causa da seca. Dessa forma, o Governo se mostra sensível à situação atual do homem do campo”, ressaltou.