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6 de dezembro de 2013

Espetáculo de dança patrocinado pelo FIC reestreia em João Pessoa



Castelo da Paralelo Cia de Dança Foto de Rafael Passos 3 270x192 - Espetáculo de dança patrocinado pelo FIC reestreia em João PessoaO espetáculo de dança “Castelo”, baseado no romance de Franz Kafka, volta a João Pessoa nesta sexta-feira (6) e sábado (7), depois de ter passado por Campina Grande e Cajazeiras. As apresentações acontecem às 20h, na sede do Ser Tão Teatro, no Varadouro, em João Pessoa, com entrada franca. A montagem é da Paralelo Cia de Dança.

A circulação do espetáculo, cujo projeto foi selecionado pelo Fundo de Incentivo a Cultura (FIC) – Lei Augusto dos Anjos, do Governo do Estado, conta também com a realização de oficinas de danças contemporâneas. Em João Pessoa, a oficina acontece neste sábado, das 10h às 12h, na sede da Paralelo Cia de Dança, localizada na Rua Maciel Pinheiro, no Varadouro.Castelo da Paralelo Cia de Dança Foto de Rafael Passos 51 270x192 - Espetáculo de dança patrocinado pelo FIC reestreia em João Pessoa

Nos dias 28 e 29 de novembro, o espetáculo foi apresentado no Palácio Suellen Carolini, em Campina Grande, e nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, no Núcleo de Extensão Cultural da UFCG, em Cajazeiras. Publicado em 1922, o romance “O Castelo” é uma fábula sobre um empregado que não consegue entrar no local em que deveria trabalhar devido aos ritos burocráticos, representando o esmagamento do indivíduo ante uma sociedade embrutecida.

Castelo” tem direção e coreografia de Joyce Barbosa. Além da diretora, estão em cena Aretha Paiva, Vanessa Queiroga e Lília Maranhão. O espetáculo estreou em 2009, em João Pessoa, e recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna.

Castelo da Paralelo Cia de Dança Foto de Rafael Passos 10 270x192 - Espetáculo de dança patrocinado pelo FIC reestreia em João PessoaAcredito que não houve uma retomada do ‘Castelo’, ou mesmo um retorno a ele. Acho que, na verdade, ele nunca deixou de ser ensaiado nas nossas cabeças pela forma como nos organizamos internamente, sempre lidando com entraves e complexidades comuns ao ofício mesmo”, avaliou a diretora. “Hoje, mais do que em 2009, quando ele estreou, ou mesmo ano passado, quando o reformulamos consideravelmente, ‘Castelo’ nunca deixou de ser a visão do emperramento e da burocracia de se fazer dança no Brasil e, mais especificamente, na Paraíba”, completou.