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19 de abril de 2013

Escola estadual realiza concurso de grafitagem em Princesa Isabel



Os professores Arimatéa Fidelis e Joaquinelmo Bernardino, da Escola Estadual Nossa Senhora do Bom Conselho, localizada em Princesa Isabel, sede da 11ª Gerência Regional de Educação, realizaram o I Concurso de Grafitagem com estudantes do ensino médio. O objetivo foi tornar as aulas mais dinâmicas, além de incentivar e descobrir novos artistas. Os participantes puderam escolher entre os dois temas oferecidos para o trabalho: DST/Aids e Tabagismo.

No total, cinco grafitagens foram escolhidas. O primeiro lugar ficou com a estudante Letícia, da 2ª série do ensino médio, cujo trabalho foi sobre o tema Tabagismo. Já o segundo lugar ficou com Paulo César, também da 2ª série, que escolheu o tema DST/Aids. Os melhores desenhos foram expostos no mural da escola. Além disso, os estudantes receberam pontuação nas disciplinas de Química e Biologia.

A votação teve a participação dos alunos e dos professores do curso de especialização, que está sendo oferecido pelo Governo do Estado aos professores da rede. O professor Arimatéa Fidelis acredita que o grafite é uma forma de o jovem mostrar o que pensa. “O adolescente quer se expressar e ser protagonista de seus atos. O grafite é um dos caminhos para que ele chegue a isso”, disse. “Além do estímulo à cidadania, queremos também possibilitar a arte individual e debater assuntos polêmicos como Aids e drogas de forma mais dinâmica”, explica Joaquinelmo Bernardino. O projeto existe, desde o ano passado, mas somente este ano a escola realizou um concurso de Grafitagem.

Leitura – No último dia 4, a escola realizou o projeto “Estórias que o povo conta. – Era uma vez”, com estudantes do 1ª série do Ensino Médio. De acordo com o diretor da escola, José Caetano, o projeto foi idealizado pela professora de Português Angelita Torquato e servirá para aumentar o número de visitas à biblioteca da escola, além de estimular o hábito da leitura dos estudantes.

O objetivo do projeto, segundo Angelita Torquato, é resgatar a contagem de estórias e o prazer de ler livros. Para a professora, esse trabalho cria o hábito da leitura, despertando o interesse do aluno pela literatura. “Quem lê sabe mais, pensa melhor, compara idéias, prepara-se melhor, tem o que falar, tem o que responder, fundamenta opiniões, aumenta  a compreensão, melhora o vocabulário, tem mais chances, absorve experiências, ou seja, é infinito o mundo da leitura”, destaca Angelita Torquato.