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Escola Estadual Almirante Tamandaré recebe ações do Programa Mãos que Ajudam

segunda-feira, 4 de julho de 2016 - 16:36 - Fotos: 

Cerca de 200 voluntários e amigos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, voluntários da Capitania dos Portos da Paraíba e a comunidade escolar realizaram pintura, retelhamento, capinagem, consertos elétricos e hidráulicos na estrutura da Escola Estadual Almirante Tamandaré, no Bairro Castelo Branco II, no sábado (2). A iniciativa fez parte do ‘Dia Nacional de Ação Voluntária’, promovido pela igreja em 280 cidades do Brasil, simultaneamente, dentro do programa ‘Mãos que Ajudam’. A ação contou também com a parceria da Secretaria de Estado da Educação (SEE), Unidade de Polícia Solidária (UPS) do Bairro e Corpo de Bombeiros.

A gerente da 1ª Regional de Educação, Wleika Aragão, falou da importância da parceria e revelou que outras parcerias serão firmadas, a exemplo da que foi celebrada com a Polícia Ambiental para desenvolver junto com alunos e professores o projeto de “Horta na Escola” e a realização de palestras por integrantes da PM, por meio do Programa de Erradicação das Drogas (Proerd). “A acolhida aos alunos na volta às aulas, na próxima segunda-feira (11), terá essas novidades na escola, que será planejada ainda esta semana”, ressaltou a gerente.

A unidade atende a 205 alunos do 6° ao 9° ano e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). “A gente tinha o material, mas não tinha mão de obra. Com essa parceria com a igreja, pudemos realizar os reparos necessários e assim proporcionar aos alunos uma escola ‘de cara nova’”, comemorou a diretora da instituição, Cláudia Valéria Lopes.

O subcomandante da Capitania dos Portos da Paraíba, o capitão de corveta Marcos Alves, também acompanhou os trabalhos e levou mais de dez militares da corporação para participar da ação. Ele lembrou que o Almirante Tamandaré é o patrono da Marinha do Brasil e que a escola tem grande significado para a instituição por levar esse nome. “Além disso, é uma ação de cidadania, social, fundamental para a sociedade e por isso temos o maior prazer de colaborar”, disse.

O trabalho de recuperação da escola durou todo o dia e contou com voluntários de todas as idades. As amigas Lais Ceci e Bianca Maia, de 9 anos, estavam entre as primeiras a chegar e auxiliaram na limpeza, recolhendo lixo do pátio da escola. “As pessoas ajudam a gente então a gente tem que dar uma mãozinha também né?”, disse Bianca, que pela primeira vez participou do projeto. Já Laís, veterana no voluntariado, contou que aprendeu na igreja que “é para ajudar ao próximo e servir aos outros. É legal”.

Quem também trabalhou duro na ação foi Aldemir Hortêncio, de 21 anos. Enquanto retocava a pintura da escola, contou que sempre participa de projetos de ajuda humanitária. “Os dois maiores mandamentos do Senhor é amar a Deus acima de todas as coisas e amar ao nosso próximo como a nós mesmos. Precisamos cumprir esse grande mandamento, ajudando de qualquer forma, é o que precisamos fazer como cristãos”, observou.

O projeto – O programa ‘Mãos que Ajudam’ existe há 15 anos no Brasil, tendo assistido mais de 11 milhões de pessoas, em aproximadamente três mil projetos realizados. Na Paraíba, só este ano já foram feitos projetos de recuperação da Escola Estadual Capitulina Satyro, localizada na Capital, e combate à dengue em Santa Rita.

“Não sabemos dimensionar a relevância desse programa, que só neste 2 de julho está auxiliando pessoas em todo o Brasil. Estamos fazendo doação de sangue, reforma de escolas, combate à dengue, doação de agasalhos, etc”, revelou o diretor de Assunto Públicos da área Paraíba – de A Igreja de Jesus Cristos dos Santos dos Últimos Dias, Humberto Alexandre. “É muito gratificante estar a serviço do próximo e assim está mais próximo do pai celestial”, concluiu.


Mãos que Ajudam
– Trata-se de um programa permanente de ajuda humanitária e de serviço comunitário, que mobiliza milhares de voluntários de todas as idades, membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, no Brasil, estendendo a mão a quem precisa. Em parceria com outras entidades, instituições religiosas, empresas privadas, órgãos governamentais ou organizações assistenciais, o programa leva alento aos menos favorecidos em asilos, orfanatos, creches, ruas e onde houver necessidade.