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21 de novembro de 2014

Encontro regional discute ações de enfrentamento ao trabalho infantil



19 11 2014 Primeiro Encontro Intersetorial Estratégico do Programa PETI fotos Claudia Belmont 78 270x180 - Encontro regional discute ações de enfrentamento ao trabalho infantilCerca de 400 pessoas, entre gestores municipais e estaduais de Alagoas, Bahia, Pernambuco, Paraíba e Sergipe participam até esta sexta-feira (21), no auditório da Federação Espírita, do Encontro Intersetorial das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) – Região Nordeste. O objetivo do evento é ampliar esforços no combate ao trabalho infantil na região Nordeste.

A abertura do evento, nessa quinta-feira (20), teve a participação da secretária de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), Aparecida Ramos de Meneses, e da secretária nacional de assistência social, Denise Colin, entre outras autoridades. O grupo de percussão formado por crianças do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de Cruz das Armas fez a apresentação cultural.

19 11 2014 Primeiro Encontro Intersetorial Estratégico do Programa PETI fotos Claudia Belmont 50 270x180 - Encontro regional discute ações de enfrentamento ao trabalho infantilPara Aparecida Ramos, o trabalho infantil é uma das piores formas de violação de direitos que precisa ser enfrentada com o esforço de todos. Ela destacou que o Governo do Estado, por meio da Sedh, tem realizado ações importantes de enfrentamento ao Trabalho Infantil e continuará comprometido com a causa.

19 11 2014 Primeiro Encontro Intersetorial Estratégico do Programa PETI fotos Claudia Belmont 54 270x180 - Encontro regional discute ações de enfrentamento ao trabalho infantil“No próximo ano, o governador Ricardo Coutinho quer investir ainda mais nesta questão de criança e adolescente, na proteção integral, no acolhimento e, sobretudo, para retirar crianças das feiras, dos trabalhos domésticos e dos lixões. Porém, esta é uma tarefa que não é só do Governo do Estado, mas de toda a sociedade”, afirmou.

Ela ressaltou ainda que a sociedade precisa mudar a visão cultural que tem sobre pobreza. “Tem gente que diz que o melhor para crianças pobres é que elas estejam trabalhando. Mas, esta opção não pode existir. Pobreza a gente combate com distribuição de renda e com políticas públicas”, acrescentou.