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Encontro avalia PAC das Cidades Históricas na sede do Iphan, em João Pessoa

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 - 18:31 - Fotos: 
Preservar o patrimônio brasileiro, valorizar a cultura e promover o desenvolvimento econômico e social, com sustentabilidade e qualidade de vida para os cidadãos. É esse o objetivo do Plano de Ação para Cidades Históricas – Patrimônio, Desenvolvimento e Cidadania (PAC das Cidades Históricas), que foi discutido e encaminhado na quarta-feira (10) por consultores e gestores de diversos setores da Paraíba. A reunião aconteceu no Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), em João Pessoa.

Um dos participantes dessa reunião foi o subsecretário executivo de Cultura do Estado, David Fernandes. “Este é um plano muito interessante para nosso Estado, pois estimula a vinda de turistas para estas cidades, promovendo o desenvolvimento da economia local com geração de emprego e renda, além de criar o sentimento de pertencimento da população, que passa a ter a consciência da preservação de sua cidade. Tudo isso também gera o resgate da cidadania nas pessoas”, ressaltou subsecretário, que tem dado total apoio para o desenvolvimento do projeto.

João Pessoa e Areia são dois dos 124 municípios brasileiros contemplados para participar do PAC das Cidades Históricas. O projeto é uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC), conta com recursos de R$ 830 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e será desenvolvido através do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Investimentos – Tanto para a Capital paraibana, quanto para Areia, foram apresentados projetos e fechadas algumas ações em conjunto para PAC 2010. A consultora nacional do Iphan, Margareth Uemura, disse que os projetos apresentados também devem contar com contrapartida dos municípios a serem contemplados. “Entretanto, não é só o poder público que deve arcar com os investimentos de recursos financeiros nestes projetos. A iniciativa privada também deve ser estimulada a participar, até porque também será beneficiada com estas ações”, informou Margareth Uemura.

O PAC das Cidades Históricas abrange três pontos, com ações voltadas para o fomento cultural, como recuperação de imóveis de interesse cultural, a criação de um corredor cultural, a questão do planejamento, que envolve questões ligadas à legislação e também ao uso habitacional, onde se analisa quantos imóveis existem em determinado local da cidade, se são privados, públicos e se têm potencial histórico.

Da Assessoria de Imprensa da Subsecretaria da Cultura