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4 de fevereiro de 2016

Empresas públicas e privadas podem aderir ao Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça



O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana (Semdh), está convocando empresas de médio e grande porte, públicas e privadas, com personalidade jurídica própria, para aderirem à 6ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, do Governo federal, que consiste em disseminar novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional para alcançar a igualdade entre mulheres e homens no mundo do trabalho. A adesão ao programa é voluntária e segue até 29 de fevereiro pelo link www.spm.gov.br

Ao participar do programa, a empresa elabora a ficha perfil da organização e um Plano de Ação explicitando como vai desenvolver as ações de equidade de gênero e raça, de forma transversal e interseccional, dentro da organização.

A empresa que executa as ações de maneira satisfatória, no período do programa, conta com uma marca de gestão eficiente – o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça – que contribui para o alcance de bons resultados econômicos, financeiros e sócio-ambientais, e a divulgação nacional e internacional (por meio eletrônico) sobre o compromisso assumido com a igualdade racial e entre mulheres e homens.

Na execução do Plano, o que se espera da empresa é a adoção de práticas de igualdade entre mulheres e homens de forma sistemática, como um instrumento de gestão, que contribua para o alcance de bons resultados em termos de qualidade do ambiente de trabalho e produtividade. Trata-se de construir a oportunidade para aprofundar a transversalidade e interseccionalidade do enfoque de gênero e raça, mediante a transformação da gestão de pessoa, da cultura organizacional das empresas e da maneira como tratam seus negócios, suas políticas e a força de trabalho.

Ao cumprir esta tarefa, a empresa estará assumindo um dos valores fundantes do Programa – a busca de relações de trabalho mais igualitárias. No que diz respeito à igualdade, o ponto de incidência do programa é a superação da desigualdade de remuneração e de ocupação dos cargos gerenciais, onde a disparidade salarial e de acesso a cargos por mulheres e homens, brancas e brancos e negras e negros, ainda é muito grande. Desta forma, para a conquista da igualdade dentro da corporação, as organizações devem direcionar suas ações para dar visibilidade e valorizar o trabalho desenvolvido por mulheres.

Um programa desta natureza oferece às empresas a possibilidade de obterem reconhecimento público pela adoção de práticas de igualdade, considerando que as discriminações e os preconceitos afetam o rendimento de mulheres e homens no local de trabalho e na família, bem como o clima laboral da organização.