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25 de novembro de 2014

Emissão da Nota Fiscal Eletrônica bate recorde e aponta aquecimento da economia na Paraíba



Embalada por compras de final de ano, a atividade econômica da Paraíba aponta aquecimento mais forte no início do último trimestre do ano. A emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) bateu recorde histórico com mais de 1,928 milhão de notas no mês de outubro, o que representa alta de 12,79% sobre o mesmo mês do ano passado. Os dados foram consolidados pelo Núcleo de Análise e Planejamento de Documentos Fiscais da Secretaria de Estado da Receita.

A alta de outubro ficou acima de setembro deste ano (9,28%). Em volume de NF-e, o mês de outubro superou o mês de julho deste ano, último recorde, quando foram emitidas 1,847 milhão de notas. A NF-e começou a ser emitida na Paraíba em fevereiro de 2008.

Para o secretário de Estado da Receita, Marialvo Laureano, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é um dos indicadores que medem o aquecimento da atividade econômica no Estado. “Na prática, quando maior o número de notas eletrônicas emitidas no Estado maiores também são as encomendas e movimentação na economia pelos estabelecimentos que possuem inscrição estadual. Como estamos no último trimestre do ano, o aquecimento é sempre mais forte com as compras de Natal. Contudo, como o cenário da conjuntura nacional é ainda de baixo crescimento, os números da Paraíba mostram um diferencial”, declarou.

No acumulado de janeiro a outubro deste ano, a emissão de NF-apresentou crescimento de 6,94% sobre os dez meses do ano passado. Em números absolutos, foram emitidas 17,406 milhões notas de NF-e neste ano contra 16,276 milhões no ano passado.

Com o fim dos talões de Notas Fiscais modelo 1 ou 1-A (de papel) em dezembro do ano passado, a Secretaria de Estado da Receita credenciou todos os contribuintes paraibanos para emitir NF-e, independente da atividade exercida. As empresas passaram a emitir notas eletrônicas em substituição à nota fiscal tradicional. Apesar de os Microempreendedores Individuais (MEI) serem facultativos para emitir NF-e também foram credenciados. Já os produtores rurais sem CNPJ, além das operações de remessa à venda, sem destino prévio, poderão continuar emitindo notas tradicionais, mas em caso de venda para órgão público ou para empresas de outros Estados deverão ser por NF-e.