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2 de junho de 2011

Emater orienta produtor no cultivo de palma forrageira em Maturéia



A falta de suplemento alimentar para o rebanho, sobretudo em período de longa estiagem, tem levado os escritórios da Emater a estimular os criadores para a prática de cultivo da palma forrageira e gramínea. Os resultados têm sido satisfatórios e o exemplo vem do município de Maturéia, onde a pecuária leiteira desponta como alternativa para as famílias de pequenos agricultores.

A Emater de Maturéia, localizada na Região Administrativa de Princesa Isabel, na serra do Teixeira, em parceria com a Emepa (Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado da Paraíba) e a Prefeitura Municipal, mobilizaram criadores, no primeiro trimestre deste ano, para informar sobre a transferência de novas tecnologias no combate e controle da cochonilha do carmim. Além de ter como finalidade a garantia do suporte forrageiro nas épocas de estiagem prolongadas, a preocupação foi com o aumento da produção pecuária e a quase inexistência de palma forrageira para garantir a sobrevivência dos rebanhos bovino, equino e caprino.

O esforço no combate a cochonilha do carmim culminou com o cadastramento de 87 agricultores, que receberam uma quantidade de 100 raquetes de palma – variedade Palmepa PB1 (fornecidas pela Emepa), bastante resistente à praga.

Seguindo as orientações do extensionista rural Hildenêr Lucena da Costa, os pecuaristas, previamente cadastrados e selecionados, deverão, no prazo de um ano, devolver a mesma quantidade de palmas recebidas, que serão redistribuídas aos criadores da sua comunidade, aumentando e garantindo o suporte forrageiro para o rebanho em época de estiagem prolongada.