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2 de agosto de 2011

Detran anuncia compra mais seis caminhões para rebocar carros apreendidos



O Detran iniciou o processo licitatório para aquisição de mais seis caminhões do tipo plataforma, para serem utilizados durante as fiscalizações do trânsito. A compra vai permitir que o órgão não tenha que cobrar a taxa de reboque nos casos de apreensão de veículos.

Atualmente, o Detran conta apenas com um caminhão guincho, que deixou de atender às necessidades do órgão desde a intensificação das fiscalizações. Segundo o superintendente do Detran, Rodrigo Carvalho, a aquisição dos caminhões faz parte da previsão do investimento do Governo do Estado, de R$ 1 milhão, para compra de equipamentos.

De acordo com dados do Detran, de janeiro a julho deste ano, só na Capital, cerca de 800 veículos chegaram a ser rebocados para o pátio do órgão – mas em nenhum caso houve cobrança de taxa de reboque, embora a cobrança tenha aparo legal.

Dos caminhões adquiridos pelo Detran, a previsão é de que dois sejam enviados ao Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), que ainda não conta esse tipo de veículo e necessita terceirizar o serviço durante a remoção de veículos.

Apreensões – Desde que iniciaram as blitzen gigantes, em 22 de julho, foram apreendidos 61 veículos em apenas três operações realizadas em João Pessoa e uma em Campina Grande. As fiscalizações também resultaram no flagrante de 23 condutores com sinais de embriaguez e em 127 notificações.

A decisão do Detran da Paraíba de fazer cumprir o Código de Trânsito Brasileiro, exigindo que, para pilotar as chamadas “cinquentinhas” (motos com até 50 cilindradas ou ciclomotores), o condutor seja maior de idade, use o capacete e esteja habilitado com a ACC (autorização para conduzir ciclomotor) ou com a Carteira Nacional de Habilitação na categoria A ( específica para motociclistas) , fez com o único caminhão guincho do Detran passasse a ser utilizado com maior freqüência pela Divisão de Policiamento de Trânsito.

O objetivo das operações é coibir o consumo do álcool antes de dirigir e reduzir o número de acidentes e da irregularidade da frota que, em alguns municípios, chega a ultrapassar 60%.