João Pessoa
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Dependência faz parte da obra de reforma e ampliação do complexo

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010 - 17:56 - Fotos: 
O auditório do Complexo Hospitalar Clementino Fraga, em João Pessoa, será inaugurado nesta sexta-feira (17) às 16h30. Com capacidade para mais de 50 pessoas, o auditório foi construído este ano durante a obra de reforma e ampliação do complexo, que estava paralisada há mais de oito anos. O espaço terá o nome do médico Jackson Dervile de Araruna, que trabalhou na instituição e morreu no último dia 23 de setembro. O Clementino faz parte da rede hospitalar do Estado e, nesta gestão, passou a ser referência para todas as doenças infecto-contagiosas.

“Resolvemos fazer a homenagem, que embora singela, é bastante justa para alguém que dedicou anos de sua vida a esta instituição. Além de deixar um legado importante como pneumologista, no Clementino Fraga e em todo o Estado, a gestão de doutor Jackson ficou registrada na memória dos colegas e funcionários, pelos benefícios que aqui encontramos e pela extrema dedicação que tinha com seus pacientes”, disse a diretora do complexo, Joana D’arc Morais.   

Os convidados vão conhecer a trajetória de Jackson, que era infectologista e cirurgião torácico. Haverá depoimentos e um painel de fotos com momentos distintos da trajetória profissional do médico. Participarão da solenidade, familiares do homenageado, representantes do Conselho Regional de Medicina, Associação Médica, Sindicato dos Médicos, diretores de hospitais públicos e privados, além de médicos e funcionários do Clementino. Jackson Dervile também foi diretor da instituição.

Referência para o Estado – O Governo do Estado investiu R$ 19,6 milhões para concluir a reforma e ampliação do Clementino Fraga, sendo R$ 9,3 milhões na obra e R$ 10,3 em equipamentos de tecnologia de ponta. Depois da conclusão da obra, inaugurada em junho deste ano, o número de leitos passou de 103 para 156. Nesta gestão, o complexo passou a ser referência no Estado para o tratamento de todas as doenças infecto-contagiosas. Até então, era referência apenas para pacientes com HIV/Aids, hanseníase e tuberculose.  

O hospital ganhou uma UTI (com seis leitos), que está funcionando desde março deste ano.  As enfermarias foram climatizadas, além de receberem camas novas e automáticas, que oferecem mais conforto e segurança aos pacientes. Tanto as enfermarias como a UTI possuem o serviço de gasometria, equipamento usado para verificar o estado pulmonar e respiratório do paciente.

O Centro de Diagnóstico por Imagem, implantado nesta gestão, oferece tomografia, ultrassonografia e raio-x. O setor ganhou um tomógrafo e um novo aparelho de raio-x. O setor de fisioterapia ganhou equipamentos novos para a reabilitação de pacientes que sofrem com artrite, artrose, bursite e inflamações gerais de articulações.

O Laboratório de Farmacotécnica (Lafarm), que antes só atendia o Clementino Fraga, passou a fornecer material para os outros quatro hospitais da rede estadual em João Pessoa (Arlinda Marques, Trauma, Maternidade Frei Damião e Juliano Moreira). O laboratório fabrica produtos de limpeza, como desinfetante e detergente. Com a ampliação, a produção mensal passou de 7 mil para 50 mil litros.

 
Novas especialidades - O hospital também ampliou as especialidades médicas, tanto no ambulatório, quanto na internação. Antes, só contava com especialistas em pneumologia, infectologia, dermatologia, cardiologia, psiquiatria, ginecologia e proctologia. No ano passado, passou a contar com endocrinologista, neurologista e nefrologista.

Da Assessoria de Imprensa da SES/PB