João Pessoa
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Defensoria Pública faz atendimento a mulheres em Guarabira nesta quinta

quarta-feira, 16 de março de 2011 - 15:21 - Fotos: 
A Defensoria Pública do Estado será instalada nesta quinta-feira (17), em Guarabira, no Brejo Paraibano. Cinco defensoras e uma psicóloga vão estar das 9h às 17h na Praça Lima e Moura, prestando orientação jurídica, dentro da Programação Estadual em Homenagem às Mulheres, que está sendo realizada até o dia 31 deste mês. De acordo com o defensor público geral, Vanildo Brito, a equipe vai ouvir e ajuizar ações de acordo com as necessidades que forem constatadas no atendimento.

A Defensoria Pública faz parte da Rede Estadual de Atendimento à Mulher e nesse sentido presta orientação nos casos em que a mulher precisa reivindicar algum direito perante à Justiça. “Nós atuamos nas Varas de Família e Cível representando mulheres que tem seus direitos desrespeitados. Depois da Lei Maria da Penha (nº 11.340/2006) diminuiu o medo que muitas mulheres tinham de denunciar e os defensores atuam também na Vara Criminal defendo mulheres que foram vítimas de violência”, explicou o defensor público geral.

No próximo sábado (19), a equipe da Defensoria Pública vai prestar atendimento jurídico às mulheres na cidade de Monteiro e no dia 22, uma força tarefa vai ser realizada no Presídio Feminino de Cajazeiras, quando a equipe de defensoras vai revisar os prontuários das detentas e solicitar benefícios quando assim for o caso. No dia 24 deste mês, a Defensoria vai estar com um stand no Espaço Cultural José Lins do Rêgo, na Capital, prestando orientação na tarde de convivência, que também faz parte da Programação Estadual em Homenagem às Mulheres.

Em João Pessoa, a Defensoria recebe casos de violência contra a mulher no Núcleo de Atendimento, que fica na Avenida Pedro II, no Centro. Além de assistência jurídica gratuita, oferece apoio psicossocial a fim de proporcionar uma melhora na autoestima da mulher vítima de violência. De acordo com a gerente de Projetos Sociais da DP, defensora Elizabete Paulo Barbosa, quando se escuta falar em violência, a tendência é pensar em atos que provocam lesão física, mas a violência ocorre também na forma de destruição de bens, intimidação dos filhos, humilhações, ameaças e uma série de atitudes que desrespeitam os direitos das mulheres.