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Corais Sinfônico e Infantil da Funesc se apresentam na abertura do Festival Paraibano de Coros

terça-feira, 29 de outubro de 2013 - 17:53 - Fotos: 

De 30 de outubro a 2 de novembro, João Pessoa sedia o XI Festival Paraibano de Coros, Fepac, evento que recebe 42 grupos de canto coral de 12 estados brasileiros e Distrito Federal. Na programação, 23 grupos paraibanos se apresentam, entre os quais, o Coro Sinfônico da Paraíba, regido pela maestrina Ariadne de Lima, e o Infantil, sob batuta do maestro João Alberto Gurgel. Também participam coros de Lucena, Boa Vista e Nova Floresta. A abertura do Festival será nesta quarta-feira, às 18h30. O festival será realizado na sala Radegundis Feitosa, localizado no Centro de Comunicação, Turismo e Arte da Universidade Federal da Paraíba.

O Coral Infantil, regido pelo maestro João Alberto Gurgel, é o segundo a se apresentar nesta quarta-feira. O grupo composto por 40 crianças vai mostrar um repertório eclético, composto por peças renascentistas, regionais, popular contemporâneo e clássicos do cinema. “Nosso objetivo é sempre compor o repertório com músicas que a plateia tenha prazer em ouvir, que fiquem na memória por dias após a apresentação, não apenas por serem crianças ou jovens cantando, e sim porque fazem um bom trabalho”, afirmou o regente João Alberto, que está à frente do grupo desde 2008 e também é o responsável pelos arranjos das músicas.

Para a apresentação no Fepac, os 70 integrantes do Coral Sinfônico da Paraíba, juntamente com a maestrina Ariadne de Lima, vão apresentar um repertório que vai do clássico ao popular. “ Para o Fepac, que é o maior festival nacional de canto coral, preparamos um repertório especial, que representa a nova proposta do Coro Sinfônico da Paraíba, com obras que vão da 9ª Sinfonia de Beethoven à Tambaú, de Severino Araújo e Silvino Lopes”, explicou o coordenador dos coros da Funesc, maestro Chiquito. O grupo é o 8º a se apresentar na primeira noite do festival.

Fepac – O Festival Paraibano de Coros estará recebendo grupos dos Estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe  e o Distrito Federal. A Paraíba será representada por 23 grupos das cidades de João Pessoa, Lucena, Boa Vista e Nova Floresta.

Este ano, a Sala de Concertos Radegundis Feitosa, localizada ao lado do Departamento de Musica, dentro complexo de Edifícios do Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA) da Universidade Federal da Paraíba, Campus de João Pessoa, será o palco de apresentações de 42 grupos, entre infantis, adultos e Melhor Idade. Cerca de duas mil vozes  vão cantar e encantar a plateia, através da arte do canto coral durante os quatro dias de evento. As apresentações oficiais do Fepac vão começar sempre a partir das 18h30, com entrada gratuita.

O Fepac é uma realização da Universidade Federal da Paraíba, por meio do CCTA e Empresa Coteminas, com apoio cultural da D’Luck Confecções; do  escritório de advocacia Mendonça & Crisanto e do escritório “Eduardo Nóbrega e Mariana Silveira Arquitetura e Interiores”, além da PPGM – Programa de Pós Graduação em Música da UFPB.

De acordo com o coordenador do Fepac, professor Eduardo Nóbrega, o festival vai receber ainda o maestro do Coral Globo Rio e professor doutor da Unirio, Eduardo Lakschevitz (RJ),  para ministrar oficina na Empresa Coteminas para empresários; além do professor Eduardo Fernandes (SP) – regente do CoralUsp e do Coral da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que ministrará a oficina “Percussão Corporal Aplicada à Música Vocal” para todos participantes do Fepac. A oficina acontecerá no Departamento de Música da UFPB, no auditório Geraldo Parente, na quinta-feira (31) e sexta-feira (1°)  das 14h às 17h,  e no sábado (2) das 9h às 12h. Número limite 40 vagas.

Nóbrega disse ainda que o Fepac tem a característica de ampliar suas apresentações, cantando em outros lugares. Este ano, o festival realizará apresentações paralelas na AdufPB; na Reitoria da UFPB, Ministério da Fazenda, Empresa Coteminas, D’Luck Confecções e na Universidade Federal campus de Bananeiras e no Colégio Pio X. “Essa é uma maneira de interação entre os grupos, além de valorização do trabalho que muitas vezes os coros passam um ano ensaiando para se apresentarem no Fepac”, comentou.