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27 de junho de 2016

Controladoria Geral aperfeiçoa auditoria interna e adota práticas orientadas pelo Banco Mundial



A Controladoria Geral do Estado, que busca a excelência nas suas atividades de Auditoria Interna do Setor Público Estadual, está a um passo de figurar entre as melhores prestadoras desse serviço no âmbito das Controladorias dos Estados do país, aplicando práticas reconhecidas mundialmente. O processo de avaliação do órgão está sendo feito pelo Banco Mundial, em parceria com o Conselho Nacional dos órgãos de Controle Interno (Conaci).

O processo de avaliação conduzido pelo Banco Mundial teve início em outubro de 2015 com treinamento de equipe de Auditores da Controladoria do Estado da Paraíba e de mais nove estados e duas capitais. Na primeira fase do projeto foram avaliadas as Controladorias de Minas Gerais, Piauí e Maranhão. Já a CGE-PB integrou a segunda fase do projeto que englobou outras 12 Controladorias do Distrito Federal, Espírito Santos, Goiás, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Fortaleza e Maceió.

O relatório final contém um Plano de Ação que descreve detalhadamente as atividades que CGE-PB deve realizar até 2018 para alcançar o nível 3 (integrado) de maturidade com base na ferramenta de avaliação da capacidade de auditoria no setor público. “Participamos do treinamento no ano passado e, agora, após a avaliação do Banco Mundial, estamos iniciando o processo de mudança que conta com total apoio da administração da Controladoria. Iremos aperfeiçoar as práticas de auditoria interna já adotadas e acrescentar novas mundialmente reconhecidas, o que nos guiará para nos tornarmos uma Controladoria modelo”, disse o auditor Letácio Guedes.

Os itens observados pelo Banco Mundial e Conaci são os seguintes: Serviços e Papel da Auditoria Interna; Gestão de Pessoas; Práticas Profissionais (adoção normas internacionais do IIA); Gestão de Performance e Accountability/Responsabilidade; Cultura e Relacionamento Organizacional; e Estruturas de Governança.

A avaliação foi realizada com base na ferramenta da Capacidade de Auditoria Interna – IA-CM do Institute of Internal Auditors – IIA (The Internal Audit Capability Model (IA-CM) for the Public Sector). A coordenação do projeto no Banco Mundial está a cargo da especialista em Gestão Financeira, Maria João Kaizeler.