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1 de outubro de 2012

Congresso elege 35 conselheiros tutelares para representar a Paraíba em etapa nacional



Trinca e cinco conselheiros tutelares representarão a Paraíba no Congresso Nacional de Conselheiros Tutelares que acontecerá no final deste ano em Goiás. A escolha dos representantes da Paraíba aconteceu na última sexta-feira (28), durante o 4º Congresso Estadual de Conselheiros e Ex-conselheiros Tutelares da Paraíba que contou com cerca de 200 pessoas.

O evento aconteceu no Centro de Atividades de Lazer Padre Juarez Benício (Cejube), no Colinas do Sul, em João Pessoa, promovido pela Associação de Conselheiros e Ex-conselheiros Tutelares da Paraíba (ACONTEPAB) com o apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano (Sedh).

“A Sedh é o órgão do Governo do Estado que cuida diretamente da promoção dos direitos da criança e do adolescente, por isso estamos sempre apoiando este tipo de evento em que existe uma troca de diálogo entre os conselheiros na tentativa de melhorar ainda mais o atendimento nos Conselhos Tutelares da Paraíba”, destacou a coordenadora da Escola de Conselhos da Sedh, Mayara Martins.

A Secretaria está realizando capacitação com conselheiros tutelares e de direito na tentativa de qualificar o atendimento a crianças e adolescentes em todo o Estado. A meta é qualificar mais de mil conselheiros na Paraíba.

Troca de Experiências – Durante o evento, entre outros assuntos, os participantes assistiram à palestra sobre o Conselho Tutelar em consonância com a Lei 12.696/2012 e a interface com os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente.

Para a conselheira Michele Marinho Almeida, de Campina Grande, o Congresso tem uma importância relevante porque propicia, também, a troca de experiências.

“Nestes eventos a gente tem a oportunidade de saber o que acontece nos outros municípios, nos demais conselhos tutelares e é uma oportunidade de melhorarmos o trabalho. Atualmente, a nossa grande batalha é para conseguir desunificar os Conselhos de Campina Grande que ainda ficam todos localizados em um mesmo prédio”, frisou.

Ela defende que o Conselho Tutelar precisa estar localizado na região em que atua, porque facilita o diálogo entre as pessoas que precisam fazer as denúncias e os conselheiros.