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30 de novembro de 2015

Complexo de Pediatria Arlinda Marques promove encontro sobre gasometria arterial



O Complexo de Pediatria Arlinda Marques, que integra a rede hospitalar do Estado, realiza nesta terça-feira (1º) um encontro de discussão multiprofissional onde será abordada a gasometria arterial.  O evento, que começa às 10h, será realizado no auditório do Complexo e é destinado a fisioterapeutas, enfermeiros e médicos.

Para o diretor geral do Hospital Arlinda Marques, Bruno Leandro de Souza, eventos como esses são importantes e servem para enriquecer ainda mais o aprendizado dos profissionais de saúde, “pois a nossa missão é oferecer um atendimento cada vez qualificado”, completou.

De acordo com Francisco de Assis Dias Neto, coordenador da Fisioterapia das Unidades de Terapia Intensiva do Complexo, o termo gasometria arterial refere-se a um tipo de exame de sangue colhido de uma artéria ou veia e que possui por objetivo a avaliação de gases (oxigênio e gás carbônico) distribuídos no sangue. “O evento será m momento de discussão, uma capacitação profissional”, disse Francisco de Assis Dias Neto.

O encontro, com duração de cerca de duas horas, terá como facilitadores o médico Kalino G. Wanderley e a fisioterapeuta Manuele Jardim Pimentel.

Sobre o Hospital – Com cerca de 10 mil atendimentos mensais, o Complexo de Pediatria Arlinda Marques é referência em neurocirurgia e cardiologia de alta complexidade não só para a Paraíba, como também para pacientes de outros Estados circunvizinhos, que vêm a João Pessoa a procura de atendimento especializado.

Nos últimos três anos, a Unidade de Saúde passou a ser destaque na área de cardiologia, depois que o Governo do Estado assinou, no dia 17 de outubro de 2011, um convênio com a Organização Governamental Círculo do Coração, do Recife, criando a Rede de Cardiologia Pediátrica (PB\PE). O convênio já beneficiou milhares de crianças cardiopatas com atendimento especializado, realização de exames e procedimentos cirúrgicos.

“Graças a essa a parceria, crianças cardiopatas não precisam mais buscar atendimento especializado em outros Estados, como acontecia antes, e isso representava um custo muito alto para o Governo do Estado, que chegou a desembolsar cerca de R$ 1 milhão por apenas um paciente”, lembrou o diretor geral do Arlinda Marques, Bruno Leandro de Sousa.