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Comitê discute enfrentamento ao tráfico de pessoas na Paraíba

terça-feira, 5 de dezembro de 2017 - 09:47 - Fotos: 

O Comitê Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas da Paraíba se reuniu, nessa segunda-feira (4), na Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), em João Pessoa. A ação tem como objetivo trabalhar de forma intersetorial  vários órgãos estaduais, federais e ONGs. Participaram do encontro, representantes da UFPB, Polícia Rodoviária Federal, Ministério Público Estadual, OAB, Defensoria Pública da União, Disque Denuncia 123, Casa do pequeno Davi, Movimento Espírito Lilás (MEL), CEDHOR, entre secretarias de Estado.

A reunião ordinária foi fundamentada em avaliações nos diversos pontos, como; as ações que foram executadas no decorrer de 2017 em prol da violência, o impacto em que essas atividades causaram perante a sociedade, a visibilidade da temática e constatação do crescimento do comitê no Estado da Paraíba, e por fim, criar estratégias de atuações para 2018, tais quais; reuniões periódicas baseadas em formações e troca de conhecimentos, elaborar uma campanha preventiva direcionada aos turistas que frequentam a capital nos períodos festivos, de carnaval, férias, São João, entre outras, como também intensificar e expandir para todas as regiões da Paraíba.

De acordo com o decreto, o comitê atua com 23 representações, no qual, foi criado para atuar nos eixos da prevenção e repressão da violência contra as vítimas, sobretudo, dar apoio e assistência aos casos  que são detectados.

A representante da SEDH e coordenadora do Comitê Estadual, Vanessa Araújo de Oliveira Lima, considerou a reunião  produtiva e representativa com órgãos que são interligados com a temática. “Fico feliz em perceber que as pessoas estão engajadas na política do combate ao tráfico, que se encontraram e estão sensibilizados para levar em frente à missão. Vejo a felicidade deles em poder ocupar esse espaço de construção diária. Para mim, o que dá sentido a vida é poder ajudar as vitimas, fazer algo para que outras pessoas não sejam escravizadas, porque o ser humano não tem preço, ele tem dignidade”, enfatizou.