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10 de abril de 2015

Comitê discute ações de combate à dengue e febre Chikungunya na Paraíba



Realizada, nessa quinta-feira (9), na Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que fica na sede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), a reunião com o Comitê Estadual de Mobilização contra a dengue e a febre Chikungunya.  O Comitê Estadual, que foi instituído para avaliar de forma intersetorial as ações a serem executadas em todo estado, é formado por representantes dos seguintes órgãos: Secretaria de Estado da Saúde, Cosems, Cagepa, Defesa Civil do Estado, Secretaria de Estado da Educação, Corpo de Bombeiros, Agevisa, Suplan, Sudema, Secretaria de Comunicação Institucional do Estado (Secom), Exército Brasileiro/ Grupamento de Engenharia e Secretaria de Estado do Desenvolvimento e Articulação Municipal (Sedam).

Durante a reunião, foi discutida a situação das doenças na Paraíba e o Plano de Contingência. De acordo com a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Renata Nóbrega, é importante entender a situação da dengue na Paraíba para que se possa avaliar as ações que serão executadas. “Essa reunião foi importante como a reativação do comitê, que já está instituído desde 2011. Estamos fazendo uma ação intersetorial, reunindo outros órgãos, para que a gente consiga discutir a situação epidemiológica da dengue, e envolver, de forma interinstitucional, as ações necessárias para o controle e combate ao mosquito, que é a principal forma de prevenir a doença”, disse Renata.

A gerente de saúde lembrou a importância da população na luta contra a dengue. “A mobilização da população é de extrema importância, pois é deve-se prevenir a doença. Se não fizermos a parte preventiva, a dengue vai continuar no estado”, disse. Renata Nóbrega disse ainda que as ações preventivas de educação e saúde estão sendo organizadas e posteriormente serão divulgadas.

População – A SES reforça o alerta para que a população aumente a vigilância. A melhor forma de se evitar a dengue e febre Chikungunya é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação dos mosquitos transmissores das doenças. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d’água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.