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11 de setembro de 2013

Comitê de Inclusão de Pessoas com Deficiência realiza oficina com especialista de São Paulo



sedh simposio do comiter gestor da pessoa com deficiencia foto jose lins 46 270x179 - Comitê de Inclusão de Pessoas com Deficiência realiza oficina com especialista de São PauloO Comitê Gestor Estadual de Políticas de Inclusão para as Pessoas com Deficiência realizou nesta quarta-feira (11), na Acadepol, em Jacarapé, uma oficina de capacitação para qualificar gestores públicos estaduais sobre a Política Intersetorial de Inclusão das Pessoas com Deficiência. O evento contou com a participação de representantes da secretaria e de uma especialista em projetos para inclusão de Prefeitura de São Paulo.

Composto por representantes de 15 secretarias de Estado e órgãos da administração indireta, o Comitê foi proposto em um encontro entre os governadores em 2005, mas só saiu do papel na Paraíba em outubro de 2011.

De acordo com a presidente da Fundação de Apoio a Pessoa com Deficiência, Simone Jordão, o Comitê tem como finalidade implementar as ações intersetoriais voltadas a pessoas com deficiência. “Conseguimos amplificar o debate com a gestão estadual e com as prefeituras. Conseguimos intermediar, por exemplo, a implementação de um Centro Dia de Referência em João Pessoa, centros de reabilitação em Souza, em Cuité e uma residência inclusiva em Santa Rita, mas principalmente pautar esse tema como uma política de governo, tratada de forma transversal na gestão”, disse Simone.

Durante o evento, os membros do Comitê trocaram experiências e discutiram formas de monitoramento, metas e indicadores das ações estaduais com a coordenadora geral de projetos de inclusão da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo, Liliane Garcez.

Quando você fala em política pública pra pessoa com deficiência, você tem de pensar na integralidade das políticas, que incluem saúde, trabalho, inclusão social, e isso é um desafio porque os órgãos estão acostumados a trabalhar de forma isolada. O trabalho que vem sendo feito na Paraíba é muito bom, principalmente por estabelecer o diálogo e a interlocução na hora de pensar as políticas”, disse a coordenadora.