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23 de novembro de 2013

Central de Transplantes realiza palestras em Patos



A Central de Transplante da Paraíba realizou no último dia 13, em Patos, palestras sobre Educação Continuada, dentro da XII Campanha Estadual de Doação de Órgãos e Tecidos. O evento foi realizado por meio do Núcleo de Captação de Doação de Tecidos de Patos, e constou de duas palestras: uma direcionada para os pacientes renais e outra para os profissionais e alunos de cursos da área de saúde.

As palestras foram proferidas pela diretora da Central de Transplante da Paraíba, Gyanna Lys Montenegro; a nefrologista representante do Instituto Social de Assistência à Saúde (ISAS) e do Hospital Antônio Targino, Juliana Bezerra e o diretor do Hemonúcleo de Patos, Francisco de Assis Filgueiras. “No serviço de hemodiálise do Nefruza de Patos houve uma interação entre os pacientes renais e palestrantes. Nesse momento de interação foram esclarecidos vários assuntos referentes a todo o processo de doação de órgãos e transplantes, abordando desde a inscrição do paciente na lista de espera até o momento pós-transplante. É importante deixar claro que hoje na Paraíba, os pacientes renais não têm mais dificuldades para realizar os exames de pré-transplante, que garantem a oportunidade de se submeter à cirurgia”, explicou Gyanna Lys.

Em seguida, no auditório do 6º Núcleo de Saúde, os palestrantes se aprofundaram mais nos assuntos, para os profissionais e estudantes da área de saúde. Foram apresentadas informações e dados científicos e estatísticos sobre doação/transplantes. “O público se envolveu com as palestras de forma que surgiram momentos de discussões, onde passamos as informações corretas quanto ao papel e responsabilidade de cada um dos envolvidos em todo o processo, e toda a colaboração efetiva e eficaz que o Governo do Estado tem realizado através da SES e Central de Transplantes, contribuindo para a melhora da qualidade de vida daqueles pacientes que aguardam na lista de espera por um transplante, desde a indicação do paciente renal para o transplante, o seu cadastramento na lista de espera para transplante, o seu acompanhamento ambulatorial no pré e pós-transplante, o fluxo dos exames necessários, até a cirurgia do transplante renal, tanto com o doador cadáver quanto com o doador vivo, e os medicamentos que são utilizados no pré e no pós-transplante, entre outros assuntos”, disse Gyanna.

Ao final, os presentes ouviram o testemunho de duas transplantadas renais patoenses, que realizaram seus transplantes no Hospital Antônio Targino em Campina Grande. “Com tudo que foi dito e visto nesse evento, as pessoas presentes puderam ter a certeza de que vale a pena acreditar na realização do transplante renal no Estado da Paraíba”, concluiu Gyanna Lys.