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28 de junho de 2011

Catadores e famílias de detentos serão incluídos em programas sociais



Com o foco na erradicação da pobreza extrema na Paraíba, técnicos da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano e do Ministério do Desenvolvimento Social se reúnem nesta quarta-feira (29), às 9h, em João Pessoa. Em pauta, a inserção dos catadores de material reciclável e familiares de detentos nos programas sociais por meio do Cadastro Único.

Para o encontro, que será presidido pela secretária da pasta, Aparecida Ramos, foram convidados representantes de diversos segmentos governamentais, não-governamentais, da sociedade civil, lideranças dos catadores de material reciclável e familiares de detentos. “Estamos trabalhando em parceria com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária para que possamos identificar essas pessoas”, explicou Aparecida Ramos.

Na quinta-feira (30), instrutores estaduais irão receber um treinamento sobre a alteração no sistema de cadastramento e, em julho, o conhecimento será repassado para entrevistadores municipais de 223 municípios paraibanos por meio de uma capacitação promovida pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano. “Este mês nós formamos uma nova turma com 25 instrutores, visando a melhoria da qualidade da gestão. E junto aos gestores municipais temos feito um trabalho de orientação para que se faça a chamada Busca Ativa nas áreas de maior vulnerabilidade social”, comentou a coordenadora do Bolsa Família na Paraíba,  Heleonória de Albuquerque.

O Cadastro Único dos Programas Sociais é a principal ferramenta para diagnóstico e formulação de políticas, programas e ações direcionadas às famílias em situação de pobreza extrema. Após o cadastramento, catadores e famílias de detentos poderão ser beneficiados pelas políticas integradas de transferência de renda, assistência social e segurança alimentar e nutricional.

Essas ações fazem parte do Programa Brasil Sem Miséria, lançado pela presidente Dilma Rousseff, em Brasília, com o objetivo de promover a inclusão social e produtiva de famílias que vivem em situação de extrema vulnerabilidade social. São consideradas em situação de pobreza extrema indivíduos com renda mensal de até R$ 70.