Fale Conosco

19 de novembro de 2014

Capital paraibana apresenta índices satisfatórios em relação à dengue



Dados do Ministério da Saúde apontam que João Pessoa está com índices satisfatórios no combate à dengue. De acordo com o Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), a capital paraibana está entre as 11 capitais com índices positivos. Segundo o Levantamento, em menos de 1% dos imóveis pesquisados foram encontradas larvas do mosquito Aedes aegypti.

Os municípios classificados como de risco apresentam larvas do mosquito em mais de 3,9% dos imóveis. É considerado estado de alerta quando menos de 3,9% dos imóveis pesquisados têm larvas do mosquito.

Além de João Pessoa, as cidades que estão com índices satisfatórios são Curitiba, Florianópolis, Brasília, Campo Grande, Goiânia, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Macapá e Teresina. Já Rio Branco é a única capital em situação de risco, com índice de infestação de 4,2%.

O levantamento aponta que as capitais que apresentam situação de alerta são Boa Vista, Palmas, Salvador, Porto Alegre, Cuiabá, Vitória, Maceió, Natal, Recife, São Luís, Aracaju, Belém e Porto Velho. Duas capitais (Manaus e Fortaleza) ainda não apresentaram ao Ministério da Saúde os resultados do LIRAa.

De acordo com a gerente executiva da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Renata Nóbrega, 22 municípios paraibanos estão em situação de risco: Alagoa Grande, Alagoa Nova, Aroeiras, Barra de Santana, Bom Sucesso, Cabaceiras, Cacimbas, Desterro, Esperança, Igaracy, Itaporanga, Malta, Massaranduba, Puxinanã, Riacho dos Cavalos, São Bento, São João do Rio do Peixe, São José dos Ramos, Sertãozinho, Seridó, Sousa e Zabelê.

No Estado, equipes da SES fazem o trabalho de prevenção e mobilização da população sobre o papel fundamental que ela exerce no auxílio ao combate à dengue. Para Renata Nóbrega, a população precisa continuar envolvida nessa luta contra a dengue em todas as cidades paraibanas.

LIRAa – A pesquisa é considerada um instrumento fundamental para orientar as ações de controle da dengue, o que possibilita aos gestores locais de saúde anteciparem as ações de prevenção.