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20 de julho de 2009

Biblioteca e a videoteca pertencentes à Casa José Américo são alvos de projetos de reestruturação



A biblioteca composta do acervo pessoal do escritor e político José Américo de Almeida, bem como da Biblioteca Dumerval Trigueiro e a videoteca pertencentes à Fundação Casa José Américo são alvos de projetos de reestruturação e modernização. A presidente, Letícia Maia Pinto Ferreira apresentará nesta quarta-feira, dia 22, ao Banco do Nordeste do Brasil três propostas que junto somam cerca de R$ 50 mil.

Por mês, a instituição recebe cerca de 400 pessoas entre estudantes, pesquisadores, professores universitários que buscam conhecer a vida e obra de José Américo de Almeida, como também consultar os acervos disponíveis nas duas bibliotecas, principalmente no que se refere à história, geografia e cultura da Paraíba.

- O acervo pessoal não está disponível porque precisa passar por catalogação e conservação para que possa ser utilizado por pesquisadores. Na Biblioteca Dumerval Trigueiro tem 7.500 títulos, o acervo é bastante procurado e não tem estrutura de uma biblioteca, um ambiente apropriado para que os estudantes universitários e pesquisadores possam fazer a consulta, explicou a presidente da FCJA.

Já a videoteca está precisando de novos equipamentos e de mais vídeos. Ela é utilizada principalmente quando há visitas de grupos de estudantes da rede pública estadual ao Museu, que funciona na residência de José Américo de Almeida. “Enquanto um grupo percorre as instalações, outro fica na videoteca assistindo a vídeos e documentários” acrescenta Letícia Maia Pinto Ferreira. No momento, a videoteca está parada pela falta de estrutura, como sala com cadeiras e uma nova televisão, para receber de forma adequada os grupos de alunos dos colégios estaduais.

Com 45 funcionários e funcionando à tarde, de segunda a quinta-feira, e pela manhã, na sexta-feira, a Casa José Américo permanece fechada durante o fim de semana e está sendo pensado um sistema de rodízio dos servidores para que o Museu fique aberto aos sábados e domingos, para visitação por turistas e por estudantes.

Na visão da presidente, a FCJA tem o papel de preservar e divulgar a vida e a obra de José Américo de Almeida, como também deve patrocinar os artistas paraibanos iniciantes, assegurando espaço para que eles possam mostrar a sua arte, seja na literatura, na música, na pintura ou no circo. Além disso, a instituição abriga o Conselho Estadual de Cultura, que se reúne às segundas-feiras, às 15 horas e tem ainda o Arquivo dos Governadores, com toda a documentação de atos administrativos dos ex-governadores da Paraíba.

Nana Garcez, com fotos de Walter Rafael, da Secom