Fale Conosco

15 de fevereiro de 2017

Artesãs de Cabedelo expõem peças na área do Centro Turístico de Tambaú até domingo



Cerca de 50 artesãs de Cabedelo iniciam nesta quarta-feira (15) no Centro Turístico de Tambaú, na capital, uma exposição de peças produzidas pelo projeto ‘Mercado Livre Ondinas’. O objetivo é divulgar e vender toda a produção até o domingo (19), das 16h às 21h. A ação tem apoio da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur) e da Prefeitura de Cabedelo.

As artesãs têm orientação do estilista Léo Mendonça. Ele explica que as peças produzidas compõem a coleção Oceano. “A produção é baseada nas técnicas do crochê e materiais naturais, como escama de peixe e osso, visando à valorização do artesanato e cultura locais. A ideia do ‘Mercado Livre Ondinas’ de Cabedelo surgiu para dar seguimento ao Ondinas, e visa estimular a geração de renda, além de proporcionar maior visibilidade para a cidade e para o artesanato local. Estamos preparando uma decoração que traduza a ideia do nosso projeto e com a cara da nossa cidade”, destacou Léo.

As próximas edições do ‘Mercado Livre Ondinas’ de Cabedelo estão programadas para os períodos de 11 a 15 de abril; de 21 a 25 de junho; de 11 a 15 de outubro; e de 6 a 10 de dezembro. Todas as exposições acontecerão no pátio interno do Centro Turístico de Tambaú, das 16h às 21h.

Ondinas -  A iniciativa busca, basicamente, capacitar as artesãs na área do estilismo e na criação de produtos artesanais como forma, também, de revitalizar o artesanato local, valorizar e integrar as artesãs do município.

Entre as metas do projeto estão a capacitação, o apuro das técnicas artesanais, a criação e elaboração de peças de design de modas (roupas e acessórios), a montagem de portfólio das peças da coleção, a documentação fotográfica e vídeo gráfica e a exposição artística.

O nome do projeto é uma referência aos elementos aquáticos que traduzem os mistérios da beleza, da sedução, da sensualidade, do romantismo e da energia da água. As ondinas são as guardiãs da água. É também uma referência à tendência dominante entre os artesãos cabedelenses de trabalhar com subprodutos da atividade pesqueira, como mariscos e escamas de peixe, atividade na qual é pioneira.